Internacional

María Corina Machado não se arrepende de presentear Trump com o Nobel da Paz

Publicidade
Carregando...

"Não me arrependo", respondeu neste sábado (18) em Madri a líder opositora venezuelana María Corina Machado ao ser questionada sobre a decisão de presentear Donald Trump com seu Prêmio Nobel da Paz, antes de revelar que está coordenando com os Estados Unidos seu retorno à Venezuela.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

"Há um líder no mundo, um chefe de Estado no mundo, um, que colocou em risco a vida de cidadãos de seu país pela liberdade da Venezuela, e este é Donald Trump", respondeu Corina Machado em uma entrevista coletiva em Madri, ao ser questionada se não estava decepcionada com as ações dos Estados Unidos após a operação militar de janeiro que retirou o presidente Nicolás Maduro do poder. 

"E isso é algo que nós, venezuelanos, sempre recordaremos e sempre agradeceremos, portanto, não, não me arrependo", acrescentou. 

Sobre seu retorno à Venezuela, onde vivia na clandestinidade antes de sair do país para receber o Nobel em Oslo, em dezembro, Corina Machado disse que está coordenando o regresso com Washington. 

"Estou falando sobre isso com o governo dos Estados Unidos e estamos fazendo em coordenação, com respeito mútuo e entendimento", disse a opositora, antes de afirmar que Washington é "fundamental para avançar em uma transição democrática".

María Corina Machado aproveitou a oportunidade para atacar o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que participa de uma reunião de líderes progressistas internacionais em Barcelona, por pedir um governo venezuelano que inclua a presidenta interina, Delcy Rodríguez, e a oposição. 

A líder opositora venezuelana acusou o presidente colombiano de buscar "desesperadamente desculpas" para que eleições não aconteçam na Venezuela. 

Ela incluiu Petro entre os "atores ou forças que buscam desesperadamente desculpas, manobras, para impedir o avanço do processo eleitoral na Venezuela".

"Agora os mesmos atores que, diante de eleições fraudulentas que violavam a Constituição, insistiam a todo custo que era preciso participar, se negam a que existam eleições", lamentou a líder opositora.

"Delcy Rodríguez representa o caos, Delcy Rodríguez representa a violência, Delcy Rodríguez e seu regime representam o terror", avaliou.

Petro anunciou que viajará a Caracas em 24 de abril, no que será a primeira visita de um líder latino-americano ao país desde a queda de Maduro. 

Em Madri, um dos destinos prediletos dos venezuelanos que emigraram em massa nos últimos anos devido à crise em seu país, María Corina Machado vai participar de uma manifestação em seu apoio. 

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

al/ahg/fp

Tópicos relacionados:

espanha politica venezuela

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay