Internacional

Cuba aprova status migratório para sua diáspora que investir na ilha

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O governo cubano aprovou um status migratório específico para cubanos residentes no exterior que solicitem investir na ilha, um mês após abrir essa possibilidade à sua diáspora, informaram meios de comunicação oficiais nesta sexta-feira (17).

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Em meio a fortes tensões com os Estados Unidos, o ministro do Comércio Exterior e Investimento Estrangeiro, Óscar Pérez?Oliva, anunciou em 16 de março que os residentes no exterior e seus descendentes, especialmente a comunidade nos Estados Unidos, poderão investir e administrar empresas em diversos setores da economia, incluindo o bancário.

O novo decreto, aprovado na quinta-feira pelo Conselho de Estado, estabelece as condições de "Investidores e de Negócios" para os "cidadãos cubanos residentes no exterior que o solicitem e participem do modelo econômico cubano".

Esses anúncios ocorrem em um momento em que Cuba, sob embargo dos Estados Unidos desde 1962, atravessa uma crise energética que paralisou quase por completo sua economia, depois que Washington cortou o envio de petróleo da Venezuela, seu principal fornecedor, e ameaçou os países que lhe venderem combustível com represálias.

A crise empurrou o governo comunista cubano a ampliar a participação do setor privado. Sob a pressão do bloqueio petrolífero, a ilha pôs fim ao seu monopólio de importação de combustíveis, permitindo que empresas privadas realizem importações diretas.

No início de março, autorizou pela primeira vez em quase 60 anos a associação entre empresas públicas e privadas, embora mantenha o monopólio estatal nos setores de saúde, educação e defesa.

Essas empresas privadas haviam sido novamente autorizadas em 2021, após cinco décadas de proibição, e desde então não deixaram de ganhar espaço na estrutura econômica.

Até há pouco tempo, cerca de 80% da economia cubana se sustentava em um sistema de produção planejado e centralizado, sob controle de empresas estatais.

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lis/jb/dga/jc/am

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