Internacional

Conflito no Oriente Médio não tem 'solução militar', diz chefe da ONU

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O secretário-geral das Nações Unidas pediu, nesta terça-feira (14), a retomada de "negociações sérias" para pôr fim à guerra no Oriente Médio, que, a seu ver, não tem uma "solução militar".

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António Guterres também declarou a jornalistas, na sede da ONU em Nova York, que a liberdade internacional de navegação deve ser respeitada "por todas as partes" no Estreito de Ormuz.

"Não há uma solução militar para esta crise. Os acordos de paz exigem um compromisso persistente e vontade política. Negociações sérias devem ser retomadas", afirmou.

Guterres declarou que o cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã "deve ser preservado", em referência à trégua de duas semanas acordada na quarta-feira passada com a mediação do Paquistão.

As duas partes conversaram em Islamabad no fim de semana, mas não conseguiram chegar a um acordo.

O presidente americano, Donald Trump, disse nesta terça ao New York Post que uma segunda rodada de negociações com o Irã poderia ocorrer no Paquistão "nos próximos dois dias".

Por outro lado, o chefe da ONU celebrou o início, nesta terça, das primeiras conversas diretas em décadas entre Israel e o Líbano. O Hezbollah, grupo pró-Irã que combate as forças israelenses no sul libanês, é contrário ao diálogo, que está sendo realizado em Washington.

"Ninguém espera que estas conversas de hoje resolvam todos os problemas, mas acredito que será muito importante se criarem as condições para uma mudança no comportamento dos atores", declarou.

Guterres acusou o Hezbollah e Israel de "ajudarem um ao outro" a desestabilizar o governo do Líbano com o seu confronto.

"Já é hora de Israel e o Líbano trabalharem juntos, em vez de termos um Líbano vítima desta conjunção negativa dos atos do Hezbollah e de Israel", defendeu.

O chefe da ONU fez ainda um apelo mais amplo em favor da diplomacia e do direito internacional, que está sendo "espezinhado" em todo o mundo, afirmou.

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abd-msp/mlm/mel/ad/ic/mvv

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