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Blue Origin pede autorização para implementar futuro centro de dados espacial

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A empresa aeroespacial de Jeff Bezos, a Blue Origin, apresentou nesta quinta-feira (20) um pedido ao regulador americano de telecomunicações para colocar em órbita 51.600 satélites com o objetivo de criar um centro de dados espacial.

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O Project Sunrise, como foi batizado pela empresa, insere-se na corrida das gigantes da tecnologia, como Google, SpaceX e Amazon, para multiplicar seus centros de processamento necessários para a inteligência artificial (IA).

A procura por centros de dados já enfrenta "obstáculos severos" na Terra para acompanhar o ritmo de desenvolvimento dessa tecnologia, argumenta a Blue Origin em sua solicitação.

"O Project Sunrise aliviará a crescente pressão sobre as comunidades e os recursos naturais nos Estados Unidos ao transferir para o espaço a capacidade de computação, que consome grandes quantidades de energia e água, reduzindo a demanda por terrenos e a pressão sobre as redes de água e eletricidade", afirma a empresa de Bezos, fundador da Amazon.

O projeto prevê uma constelação de satélites em órbita baixa, entre 500 e 1.800 quilômetros de altitude.

A rede Starlink, da SpaceX, que fornece internet de alta velocidade em todo o mundo, conta com cerca de 7.800 satélites operacionais.

O Project Sunrise pretende alicerçar sua estrutura na rede de comunicação a laser intersatélites TeraWave, que a Blue Origin apresentou em janeiro e que deverá entrar em operação em 2027.

Essa rede será dedicada a clientes institucionais, enquanto a Starlink e a Leo, rede da Amazon atualmente em implantação, também se dirigem ao grande público.

Os primeiros centros de dados espaciais estarão em funcionamento antes de 2030, segundo as previsões mais otimistas das empresas de tecnologia.

O diretor-geral da Blue Origin, Dave Limp, estimou que o Project Sunrise estará operando dentro de cinco a dez anos.

Uma das dúvidas técnicas que esses centros espaciais suscitam é a resistência dos componentes eletrônicos nessa altitude, onde há temperaturas extremas e um elevado nível de radiação.

Na segunda-feira, a Nvidia, líder mundial em chips para IA, anunciou que está finalizando componentes projetados especificamente para centros em órbita.

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bl/tu/ev/dga/dg/ic/am

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