Internacional

Exposição e ópera reunirão Frida Kahlo e Diego Rivera em Nova York

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O Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) reúne, pela primeira vez, obras do casal de artistas mexicanos Frida Kahlo e Diego Rivera em uma exposição que antecede uma ópera inspirada em suas vidas, que será apresentada em maio na Metropolitan Opera.

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Procedentes das coleções do museu, as pinturas e desenhos que serão exibidos a partir de sábado (21) criam um diálogo entre as obras de dois grandes nomes da arte mexicana do século XX, que viveram uma relação amorosa tumultuada.

"Há algo interessante em reunir esse relacionamento levemente tóxico em um mesmo espaço, observando o equilíbrio e a maneira como eles se relacionam um com o outro", declarou à AFP Jon Bausor, cenógrafo da ópera "O Último Sonho de Frida e Diego" e co-curador da mostra. 

Na exposição intimista, as obras dos dois artistas convivem com fotografias de época e várias instalações da ópera, incluindo uma cama atravessada por uma imensa árvore vermelha cujos galhos evocam um sistema venoso, uma referência a muitas pinturas de Frida Kahlo.

Kahlo se tornou recentemente a artista mulher mais valorizada do mundo: uma de suas pinturas alcançou o valor de 54,6 milhões de dólares (286 milhões de reais) em um leilão em Nova York.

A natureza íntima de sua obra, sua relação com a dor e o corpo, e seu feminismo aberto ressoam com uma força especial em nossa época e a transformaram em um ícone contemporâneo, presente em todos os meios e que atrai um público jovem. 

"Há algo em sua história que é fascinante, mas também a maneira meticulosa como ela construiu sua vida (...) e continuou trabalhando apesar dos problemas físicos", comenta Beverly Adams, curadora de arte latino-americana do MoMA.

Durante sua vida, Diego Rivera, pintor de afrescos - alguns deles monumentais -, foi muito mais famoso que Frida Kahlo, que recebeu reconhecimento mais tarde.

Depois de estrear em Chicago em 2022, "O Último Sonho de Frida e Diego" será remontada no Met em maio com direção da coreógrafa brasileira Deborah Colker.

A história se passa em 1957, poucos anos após a morte de Frida Kahlo. Ela retorna como espírito para Diego Rivera, atormentado pelo arrependimento e pela perda do amor de sua vida.

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rh/vla/dg/dga/fp

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