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Nigéria pagou resgate ao Boko Haram pela libertação de estudantes sequestrados

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O governo nigeriano pagou um resgate milionário a militantes do Boko Haram para libertar até 230 crianças e funcionários de uma escola católica que foram sequestrados em novembro, disseram fontes de inteligência à AFP. 

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Dois comandantes do Boko Haram também foram libertados como parte do acordo para libertar os alunos da escola Saint Mary, no estado de Níger, oeste da Nigéria, uma ação que viola a lei nacional que proíbe pagamentos a sequestradores. 

Autoridades do governo nigeriano negam ter fornecido qualquer quantia de dinheiro ao grupo armado, que sequestrou aproximadamente 300 alunos e funcionários da escola em 21 de novembro. Pelo menos 50 deles conseguiram fugir dos sequestradores.

O Boko Haram, que trava uma sangrenta insurgência no nordeste da Nigéria desde 2009 e se especializou em sequestros em massa, não foi diretamente vinculado a este sequestro.

Mas diversas fontes de segurança disseram à AFP que um de seus comandantes mais temidos foi o responsável. Trata-se do jihadista Sadiku, que chefia uma célula no estado de Níger. 

Os alunos e funcionários da escola Saint Mary foram libertados após duas semanas de negociações lideradas por Nuhu Ribadu, conselheiro de segurança nacional da Nigéria. Segundo o governo, nenhum resgate foi pago.

Em resposta às perguntas da AFP, os serviços de segurança nigerianos negaram categoricamente ter dado qualquer quantia, enfatizando que "agentes do governo não pagam resgates". 

No entanto, quatro fontes próximas às negociações disseram à AFP que o governo pagou um resgate substancial para garantir a libertação dos reféns. Uma fonte citou o valor de 40 milhões de nairas por pessoa, equivalente a 7 milhões de dólares (36,4 milhões de reais).

O dinheiro teria sido transportado de helicóptero até o reduto do Boko Haram em Gwoza, no estado de Borno, no nordeste do país, e entregue a Ali Ngulde, o comandante jihadista na região, disseram três fontes à AFP.

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