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Consultoria fundada por ex-premiê britânico está sob administração judicial após caso Epstein

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A empresa de consultoria fundada pelo ex-ministro britânico Peter Mandelson, Global Counsel, solicitou administração judicial, alegando estar imersa em um turbilhão midiático e político devido às ligações de seu antigo dono com o criminoso sexual Jeffrey Epstein.

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A Global Counsel havia anunciado em 6 de fevereiro a cessão das participações de Mandelson na empresa. Seu diretor-geral, Benjamin Wegg-Prosser, também pediu demissão.

"Ainda que a Global Counsel não tenha hoje qualquer vínculo com Peter Mandelson, seu papel como cofundador e sua conduta, especialmente nos primeiros anos, definiram de forma indelével a maneira como a Global Counsel é percebida no exterior", indicou a empresa em uma publicação no LinkedIn na quinta-feira.

Depois que Washington divulgou milhões de documentos relacionados a Jeffrey Epstein, o jornal Financial Times revelou que Mandelson e Wegg-Prosser haviam solicitado aconselhamento ao americano sobre como lançar sua companhia em 2010. 

Os documentos também mostraram que o ex-diretor-geral encontrou Epstein quando o financista estava em prisão domiciliar em Nova York, para apresentar o plano da empresa.

Segundo a imprensa britânica, vários clientes importantes romperam laços com a consultoria nas últimas semanas, entre eles o banco Barclays, a cadeia de alimentos Tesco e a Premier League. 

"O conselho de administração da Global Counsel decidiu solicitar aos tribunais britânicos que nomeiem a Interpath (uma empresa de consultoria em reestruturações) como administradora para assumir o controle", destaca o comunicado.

No início de fevereiro, a polícia de Londres abriu uma investigação criminal contra Peter Mandelson, suspeito de ter transmitido informações financeiras a Epstein, sobretudo quando era ministro no governo trabalhista de Gordon Brown, entre 2008 e 2010.

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zap/pml/psr/erl/yr/fp

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