Internacional

Evo Morales diz em ato público que nunca fugiu da Bolívia

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O ex-presidente boliviano Evo Morales reapareceu nesta quinta-feira (19) em um ato político diante de vários milhares de seus seguidores e assegurou que nunca fugiu da Bolívia, após dúvidas sobre seu paradeiro por várias semanas.

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Morales não participava de eventos públicos nem de programas de rádio desde 8 de janeiro, dia em que um helicóptero sobrevoou a região do Chapare com funcionários da agência antidrogas americana DEA a bordo, em uma operação de observação contra o narcotráfico, segundo o governo.

Esse incidente motivou que seus seguidores expressassem temor diante de uma eventual captura e de sua possível extradição aos Estados Unidos sob acusações de narcotráfico. O alerta também aumentou porque dias antes Nicolás Maduro foi detido por militares americanos em território venezuelano.

Durante seu mandato (2006-2019), Morales acusou a DEA de conspirar contra seu governo e a expulsou do país. A nova administração boliviana, liderada pelo político de centro-direita Rodrigo Paz, retomou relações com os Estados Unidos e prometeu um novo ciclo de cooperação antidrogas.

Respondendo aos rumores sobre uma possível fuga para o exterior, Morales afirmou que não tinha intenção de abandonar o país. "Não vou embora, ficarei com o povo para defender a pátria", declarou.

Ele apareceu na localidade de Chimoré, em um estádio com capacidade para 15 mil pessoas lotado, para apoiar seus candidatos nas eleições regionais de 22 de março.

Morales, de 66 anos, explicou por que se afastou dos holofotes públicos.

"Evidentemente tive problemas de saúde, essa doença chamada chikungunya, gravíssima", relatou.

Com a ajuda de médicos, ele se recuperou e afirmou que "aqui estamos com vida".

Morales está na região cocaleira do Chapare desde outubro de 2024. Contra ele pesa um mandado de prisão desde 2024 por um caso de tráfico de uma menor, acusação que ele rejeita. Desde então, é protegido por seus partidários.

O líder cocaleiro não tem partido, embora seus militantes tenham buscado alianças com agrupações políticas para participar das eleições regionais.

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jac/dga/am

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