Responsáveis por agências migratórias falam ao Congresso dos EUA
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Os responsáveis pelas agências migratórias dos Estados Unidos prestaram depoimentos ao Congresso nesta terça-feira (10), após as mortes de dois manifestantes por agentes federais em Minneapolis desencadearem uma onda de protestos contra a campanha de expulsões determinada por Donald Trump.
Em meio à indignação causada por essas mortes, Trump reconheceu que talvez seja necessário adotar uma “abordagem mais branda” em matéria de migração. O governo anunciou medidas como a retirada de 700 agentes migratórios da região.
A questão está longe de ser resolvida, no entanto, já que os democratas exigem mudanças nas operações do Departamento de Segurança Interna (DHS), enquanto o governo Trump insiste em sua promessa de deportar migrantes irregulares.
“O presidente nos encarregou das deportações em massa e estamos cumprindo esse mandato”, disse Todd Lyons, diretor interino do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE, na sigla em inglês).
“Graças aos recursos promovidos pelo Congresso, estamos aumentando a capacidade de detenção e os voos de expulsão diariamente. Só no último ano, realizamos mais de 475.000 expulsões”, acrescentou.
Ao lado de Lyons, prestaram depoimento Rodney Scott, diretor do Serviço de Alfândega e Proteção de Fronteiras, e Joseph Edlow, diretor dos Serviços de Cidadania e Imigração.
Essas sessões ocorrem em meio a uma negociação entre republicanos e democratas sobre o financiamento do DHS, o único ponto pendente no acordo orçamentário alcançado na semana passada, que encerrou três dias de paralisação parcial do governo federal.
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