Premiê da Hungria diz que foi convidado para reunião inaugural do 'Conselho de Paz' de Trump
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O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, anunciou neste sábado (7) que viajará a Washington "em duas semanas" para a reunião inaugural do "Conselho de Paz" do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
"Ontem à noite, recebi um convite. Em duas semanas, voltaremos a nos ver em Washington, porque o Conselho de Paz realizará sua reunião inaugural", declarou, durante um ato de campanha em Szombathely, às vésperas das eleições legislativas de abril.
Segundo o plano de Trump para pôr fim à guerra no território palestino, o Comitê Nacional para a Administração de Gaza (NCAG, sigla em inglês) deve administrar provisoriamente o território, sob a direção do Conselho de Paz, presidido pelo presidente republicano.
Mas o projeto de estatuto dessa iniciativa não menciona explicitamente o território palestino, e lhe atribui um objetivo mais amplo: contribuir para a resolução de conflitos armados no mundo. Seu preâmbulo critica implicitamente as Nações Unidas, ao afirmar que "o Conselho de Paz deverá ter a coragem de se afastar das abordagens e instituições que, com muita frequência, fracassaram".
Muitos dirigentes foram convidados a se unir à nova entidade. Os países candidatos a uma cadeira permanente deverão pagar uma taxa de adesão de 1 bilhão de dólares (5,2 bilhões de reais).
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