Outra mulher diz que Epstein a enviou à casa do ex-príncipe Andrew para ter relações sexuais
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Uma segunda mulher afirmou que o agressor sexual Jeffrey Epstein a enviou ao Reino Unido para manter relações sexuais com o ex-príncipe Andrew, irmão do rei Charles III, informou a BBC.
A acusação foi revelada mais de 10 anos depois da denúncia de Virginia Giuffre, que se suicidou em abril de 2025 e foi a principal demandante no caso Epstein, um rico financista que se matou na prisão antes de ser julgado por acusações de tráfico sexual de menores.
Brad Edwards, advogado americano que representa a segunda mulher, declarou à BBC que o encontro ocorreu em 2010 na residência do ex-príncipe em Windsor, ao oeste de Londres, quando sua cliente tinha pouco mais de 20 anos.
Após passar a noite com Andrew, ela visitou o Palácio de Buckingham, acrescentou o advogado.
O filho da rainha Elizabeth II, que caiu em desgraça por sua amizade com Epstein, voltou a ser citado em vários dos milhões de documentos publicados na sexta-feira (30) pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
Andrew sempre alegou inocência. Em outubro, ele foi destituído de todos os seus títulos reais e ordenado a se mudar de sua luxuosa residência em Windsor.
A imprensa britânica divulgou no sábado (31) fotos de Andrew de joelhos, inclinado sobre uma mulher vestida, e e-mails em que convida Epstein para conversar "em particular" no Palácio de Buckingham.
As revelações mais recentes provocaram a reação do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, que declarou que Andrew deveria testemunhar no Congresso dos Estados Unidos sobre o que sabe dos crimes do financista falecido.
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