Internacional

Starmer diz que ex-príncipe Andrew deveria depor nos EUA sobre Epstein

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O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, estimou neste sábado (31) que o ex-príncipe Andrew, irmão de Charles III, deveria depor diante do Congresso dos Estados Unidos sobre o que sabe a respeito dos crimes do criminoso sexual Jeffrey Epstein.

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Andrew Mountbatten-Windsor foi destituído em outubro de todos os seus títulos reais e obrigado a deixar sua luxuosa residência em Royal Lodge devido a seus vínculos com o financista, que se suicidou na prisão em 2019.

Em novembro passado, 16 congressistas democratas americanos assinaram uma carta pedindo que o ex-príncipe testemunhasse perante a comissão parlamentar encarregada de investigar Epstein, solicitação à qual ele nunca respondeu.

Questionado no último dia de uma visita à China e ao Japão sobre se o irmão do rei Charles III deveria responder às perguntas dos congressistas, Starmer respondeu: "Sim".

"Sempre disse que quem tiver informações deve estar disposto a compartilhar essas informações da forma que lhe for solicitada", declarou a jornalistas.

Porque as vítimas "têm de ser a prioridade número um", acrescentou. Ele não quis se pronunciar sobre se Andrew deveria pedir desculpas, por considerar que isso é "um assunto de Andrew".

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou na sexta-feira mais arquivos de Epstein, incluindo novas fotos constrangedoras do ex-príncipe Andrew e e-mails trocados entre ele e o financista.

Várias imagens mostram Andrew ajoelhado de quatro sobre uma mulher não identificada que está deitada. Ambos estão vestidos, e não se sabe onde nem quando as fotos foram tiradas.

Em um e-mail, Epstein propôs em 2010 ao ex-príncipe apresentar-lhe uma jovem russa de 26 anos, descrita por ele como bonita e inteligente. Não há indícios de que o encontro tenha de fato ocorrido.

Andrew, de 65 anos, negou qualquer irregularidade decorrente de sua amizade com Epstein. No entanto, Virginia Giuffre, cidadã americana e australiana que se suicidou no ano passado, o acusava de tê-la agredido sexualmente em várias ocasiões quando ela era menor de idade.

Em 2022, uma ação judicial apresentada por Giuffre contra Andrew foi encerrada por meio de um acordo extrajudicial multimilionário, sem que, em nenhum momento, o irmão do rei tenha admitido culpa.

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jj/sst/erl/jvb/am

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