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Filadélfia apresenta ação por retirada de exposição sobre escravidão

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Uma exposição sobre a história da escravidão nos Estados Unidos foi retirada na Filadélfia, informou o presidente da Câmara Municipal, que acusou o governo do presidente Donald Trump de tentar "maquiar a história".

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Trump atacou as perspectivas progressistas sobre raça e gênero, depreciativamente chamadas de "woke", e exerce um controle sem precedentes sobre as instituições culturais americanas desde que iniciou seu segundo mandato.

"É totalmente inaceitável que o Serviço Nacional de Parques, sob a direção do presidente Donald Trump e do secretário do Interior dos Estados Unidos, Doug Burgum, tenha removido exposições sobre a escravidão no local da Casa do Presidente, no Parque Histórico Nacional da Independência", publicou Kenyatta Johnson no X na quinta-feira (22) à noite.

O prefeito da cidade apresentou uma ação contestando a retirada, acrescentou Johnson.

Segundo a cidade de Filadélfia, o desmantelamento da exposição "presumivelmente" obedece a uma ordem executiva assinada por Trump em março de 2025, que, segundo o Executivo, "restaura a verdade e a sensatez à história americana" ao "reverter a disseminação de ideologias divisivas".

Esta ordem se referia especificamente ao Parque Histórico Nacional da Independência, que acusava de difundir uma "ideologia corrosiva". 

A exposição, chamada "Liberdade e escravidão na criação de uma nova nação", foi inaugurada em 2010 na Casa do Presidente, na Filadélfia, a primeira residência oficial do presidente dos Estados Unidos quando a capital federal se situava nesta cidade da Pensilvânia.

O local, onde viveu o primeiro presidente americano, George Washington - junto com nove escravizados, aos quais a exposição presta homenagem - estará em destaque, em julho, pelo 250º aniversário da independência dos Estados Unidos. 

"Sem aviso prévio à cidade da Filadélfia, o Serviço Nacional de Parques removeu obras de arte e painéis informativos no local da Casa do Presidente que fazem referência à escravidão", diz a ação. 

Johnson classificou a medida como "um esforço para maquiar a história americana".

"A história não pode ser simplesmente apagada porque é incômoda", acrescentou.

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bur-aje/glr/cms/md/mr/nn/rm

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