Internacional

Wall Street fecha aliviada com perspectiva de acordo sobre Groenlândia

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A Bolsa de Nova York fechou em alta nesta quinta-feira (22) após o anúncio de um "marco" de acordo entre o presidente Donald Trump e o secretário-geral da Otan sobre a Groenlândia, o que levou o republicano a retirar suas ameaças tarifárias.

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O índice Dow Jones avançou 0,63%, o Nasdaq subiu 0,91% e o S&P 500 ganhou 0,55%. Em dois dias, os três principais índices do mercado americano se recuperaram das perdas relacionadas às tensões em torno do território dinamarquês.

As discussões de quarta-feira em Davos entre Donald Trump e o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, permitiram um "marco de acordo", segundo o presidente dos Estados Unidos.

"Esse acordo vago levou" o republicano "a desistir de suas ameaças de aumentar as tarifas alfandegárias sobre alguns países europeus que protestaram contra as ambições de Washington" em relação à Groenlândia, destacou Jose Torres, da Interactive Brokers.

A Dinamarca afirmou nesta quinta-feira que considera oportuna a possibilidade de uma "negociação real" com os Estados Unidos sobre o tema.

Assim como no conflito na Ucrânia ou nas tensões renovadas com o Irã, "esse tipo de risco geopolítico geralmente implica uma certa volatilidade no curto prazo", disse à AFP Tom O'Shea, da Innovator Capital Management.

"Mas, no longo prazo, se isso não afeta os lucros das empresas, os investidores realmente não consideram esse tipo de evento como algo capaz de influenciar o mercado", acrescentou o analista.

Segundo O'Shea, "o mercado volta a se beneficiar de vários fatores favoráveis", especialmente dos dados econômicos mais recentes.

O dado divulgado nesta quinta-feira sobre a inflação acumulada em 12 meses nos Estados Unidos em novembro indicou que ela permaneceu praticamente estável em 2,8%, embora ainda esteja distante da meta fixada pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), de 2% ao ano.

O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi revisado levemente para cima no terceiro trimestre de 2025, para uma taxa anual de 4,4%, ante 4,3% na estimativa anterior.

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tmc/yk/cjc/mr/am

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