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Austrália reforça controle de armas após massacre na praia de Bondi

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A Austrália aprovou leis mais rigorosas sobre armas e crimes de ódio nesta terça-feira (20) após o massacre na praia de Bondi, onde dois homens armados mataram 15 pessoas durante uma celebração judaica em dezembro.

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Membros de ambas as câmaras do Parlamento aprovaram a legislação em resposta ao ataque antissemita de 14 de dezembro na praia de Bondi, em Sydney. 

Sajid Akram e seu filho Naveed são acusados de abrir fogo contra pessoas reunidas para celebrar o feriado judaico do Hanukkah. 

O ataque desencadeou um debate nacional sobre antissemitismo, a falta de proteção aos judeus australianos e promessas de fortalecer a legislação. 

"Os terroristas têm ódio em seus corações, mas também têm armas de grosso calibre em suas mãos", disse o primeiro-ministro, Anthony Albanese, na câmara baixa do Parlamento. 

"Estamos agindo contra o antissemitismo e o ódio, e devemos tirar as armas perigosas de nossas ruas", acrescentou. 

As reformas legislativas sobre discurso de ódio e sobre armas foram votadas separadamente.

A lei sobre discurso de ódio endurece as penas para aqueles que buscam incitar o ódio, radicalizar outros ou incitar a violência. Também facilita a rejeição ou o cancelamento de vistos para pessoas suspeitas de terrorismo ou que promovam o ódio com base em raça, cor ou origem.

Em relação às armas, a Austrália reforçará as vendas, endurecerá a importação e ampliará as verificações de antecedentes, com a colaboração dos serviços de inteligência. 

Segundo o governo, existem atualmente 4,1 milhões de armas de fogo na Austrália, um número recorde, superior ao registrado em 1996, quando um massacre em Port Arthur, na Tasmânia, deixou 35 mortos. 

Sajid Akram, de 50 anos, cidadão indiano que chegou à Austrália com visto em 1998, foi morto pela polícia durante o ataque em Bondi. 

Seu filho Naveed, de 24 anos, cidadão australiano, está preso, acusado de terrorismo e de 15 homicídios.

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djw/sft/eg/pc/aa

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