Internacional

Confronto entre guerrilhas deixa mais de 20 mortos na Amazônia colombiana

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Um confronto entre dois grupos dissidentes da extinta guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) deixou mais de 20 combatentes mortos na região de Guaviare, reduto rebelde na Amazônia colombiana, informaram fontes do Exército à AFP neste domingo (18).

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Os rebeldes sob o comando de Iván Mordisco, criminoso mais procurado do país, e os liderados por "Calarcá" rejeitaram o Acordo de Paz de 2016, que desarmou a maior parte das Farc, e travam agora uma guerra pela receita lucrativa do narcotráfico, da mineração ilegal e da extorsão no país.

O embate em Guaviare deixa um número inicial de 27 mortos, segundo o Exército, mas ainda não há um balanço oficial. Por motivos de segurança, ainda não houve uma incursão em campo nem a remoção dos corpos.

A "principal motivação" dos confrontos é a "disputa pelo controle do território", publicou o órgão ontem, no X.

Um vídeo compartilhado com a AFP pelo Exército, e que circula nas redes sociais, mostra mais de 20 corpos de pessoas vestidas com roupas camufladas e botas, sobre uma via não pavimentada.

Após o desarmamento das Farc, as facções rivais estão mergulhadas em confrontos violentos para delimitar suas zonas de controle e corredores estratégicos para o tráfico de drogas. 

"Pedimos que todos os atores armados respeitem o Direito Internacional Humanitário", publicou a Defensoria no X, após o confronto. 

Mordisco manteve diálogos de paz com o governo do presidente de esquerda, Gustavo Petro, durante um ano, mas abandonou a mesa de negociações em 2024 e aumentou a violência contra civis e forças de segurança. 

Calarcá, por sua vez, está em negociações intermitentes e estagnadas com o Executivo, após um escândalo sobre sua infiltração no governo. 

A quatro meses das eleições, e após acusações da oposição, Petro aumentou a pressão contra os grupos criminosos no país.

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als/gv/yr/lb

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