Venezuela libertou um cidadão tcheco acusado de conspirar contra Maduro
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A Venezuela libertou vários cidadãos de países europeus, incluindo um cidadão tcheco detido em setembro de 2024 e acusado de participar de um suposto complô para assassinar o presidente deposto Nicolás Maduro, anunciou o Ministério das Relações Exteriores da República Tcheca nesta sexta-feira (16).
Jan Darmovzal, de 35 anos, estava detido juntamente com quatro cidadãos americanos e dois espanhóis, José María Basoa e Andrés Martínez Adasme, segundo a ONG Foro Penal.
Os dois espanhóis foram libertados esta semana, de acordo com o Foro Penal, e pelo menos dois dos americanos já haviam sido libertados anteriormente.
Além de Darmovzal, cidadãos de Albânia, Alemanha, Irlanda, Países Baixos, Romênia e Ucrânia também foram libertados, segundo o Ministério das Relações Exteriores da República Tcheca.
"Após várias semanas de intensas negociações, conseguimos a libertação de Darmovzal de uma prisão venezuelana", declarou o ministro das Relações Exteriores da República Tcheca, Petr Macinka, a jornalistas.
"Enviamos um avião, que já está a caminho. Levaremos todos os prisioneiros libertados para casa", acrescentou.
Quando Darmovzal e os outros foram presos após as eleições presidenciais de julho de 2024, o governo venezuelano alegou ter apreendido 400 fuzis.
Os governos da República Tcheca, dos Estados Unidos e da Espanha negaram qualquer envolvimento no complô.
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