Boeing enfrenta 2º processo judicial nos EUA relacionado ao acidente de 2019
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A Boeing compareceu, nesta segunda-feira (12), a um tribunal civil de Chicago, nos Estados Unidos, para responder a um processo movido por um canadense que perdeu vários familiares no acidente com o 737 MAX em 2019, que matou 157 pessoas.
Sem um acordo alcançado nos minutos finais fora dos tribunais, um júri popular ouvirá o caso apresentado por Manant Vaidya, cuja irmã, Kosha, e seus pais, Pannagesh e Hansini Vaidya, morreram quando o avião da Ethiopian Airlines caiu. Seu cunhado, marido de Kosha, e os filhos adolescentes de ambos também faleceram.
A seleção do júri está marcada para segunda e terça-feira, e as argumentações iniciais de ambas as partes são esperadas até quarta-feira.
"É difícil pensar que toda a minha família desapareceu em um instante de uma forma tão horrível", disse Vaidya em um comunicado sem data divulgado pelo escritório de advocacia que o defende, Clifford Law Firm.
Sua família estava em um safári no Quênia, para onde viajaram para que os filhos adolescentes de Kosha pudessem visitar o local de nascimento da mãe, disseram os advogados.
Em 10 de março de 2019, um Boeing 737 MAX caiu seis minutos após decolar de Addis Abeba com destino a Nairóbi.
Os familiares de 155 vítimas entraram com ações judiciais entre abril de 2019 e março de 2021.
O processo gira em torno de como calcular os danos monetários que a Boeing deve pagar aos demandantes.
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