Internacional

Venezuela denuncia que EUA bombardeou instalação científica e depósito de medicamentos

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Autoridades venezuelanas denunciaram nesta quarta-feira (7) a destruição de infraestruturas não militares durante o bombardeio americano que levou à captura de Nicolás Maduro, incluindo uma instalação científica e um depósito de medicamentos nos arredores da capital.

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O Exército americano atacou Caracas e outros três estados em uma operação em 3 de janeiro para capturar o presidente deposto e a esposa, Cilia Flores, na qual ao menos um civil e 56 soldados venezuelanos e cubanos morreram.

O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, disse após o bombardeio que localidades foram afetadas e que divulgaria informações sobre feridos e mortos, embora ainda não haja um boletim oficial.

A ministra da Ciência e Tecnologia, Gabriela Jiménez, divulgou um vídeo em seu canal no Telegram que mostra a destruição de um dos prédios do Instituto Venezuelano de Investigações Científicas (Ivic), localizado na periferia de Caracas. "Dois mísseis atingiram diretamente a área", afirmou.

"O ataque foi total: essas áreas abrigavam servidores e equipamentos essenciais para nossas redes computacionais, que foram completamente devastados", explicou Jiménez.

As imagens mostram o local tomado por escombros, estruturas metálicas derretidas e fragmentos de míssil. Outros quatro prédios do Ivic também sofreram danos, acrescentou a ministra.

Os estragos também atingiram La Guaira, estado portuário vizinho de Caracas, onde mísseis atingiram áreas residenciais e houve ao menos uma morte civil. O governador do estado, Alejandro Teerã, denunciou a destruição de um suposto depósito de medicamentos.

"Toneladas de remédios calcinados, toneladas de alimentos", disse em um vídeo publicado em suas redes sociais, sem apresentar provas que confirmem que o material afetado tivesse relação com insumos médicos.

Teerã afirmou que a presidente interina, Delcy Rodríguez, "tem tudo sob controle" na região.

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bc/atm/dga/lm/am

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