SUPERSTIÇÃO

O que revela o aumento das buscas por sexta-feira 13?

Picos de busca no Google mostram que a curiosidade supera o medo: veja as raízes históricas e a psicologia por trás da data mais temida do ano

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Mesmo em uma era dominada pela tecnologia e pela ciência, a sexta-feira 13 continua a exercer um poderoso fascínio sobre o imaginário popular. A prova disso está nos picos de busca do Google, que disparam a cada ocorrência da data, revelando mais curiosidade do que medo. Em 2024, tivemos duas: em setembro e em dezembro. Já em 2026, o calendário reserva três ocorrências, em fevereiro, março e novembro, prometendo manter a tradição viva online.

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Segundo a ferramenta Google Trends, que monitora a busca no site, o termo sexta-feira 13 teve uma alta de mais de 1.000% nas últimas 24 horas.

As origens do medo: história e lendas

A superstição em torno da sexta-feira 13 é uma combinação de dois medos antigos e distintos: o receio do número 13 e a má fama da sexta-feira. Na tradição cristã, a Última Ceia contava com 13 participantes — Jesus e seus 12 apóstolos. O 13º convidado, Judas Iscariotes, foi quem traiu Cristo. Além disso, a crucificação teria ocorrido em uma sexta-feira, consolidando o dia como sinônimo de penitência e mau agouro.

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Outra teoria popular, embora sua conexão direta com a origem da superstição seja debatida por historiadores, remete aos Cavaleiros Templários. Em 13 de outubro de 1307, uma sexta-feira, o rei Filipe IV da França ordenou a prisão em massa de centenas de membros da ordem, que foram subsequentemente torturados e mortos sob acusações de heresia. O evento trágico ajudou a cimentar a associação da data com o infortúnio.

Da superstição à cultura pop

No século XX, o cinema foi o grande responsável por transformar a data em um fenômeno cultural global. A franquia de filmes de terror "Sexta-feira 13", lançada em 1980, apresentou ao mundo Jason Voorhees, o icônico vilão da máscara de hóquei. Curiosamente, a assassina no primeiro filme é, na verdade, sua mãe, Pamela Voorhees, mas foi Jason quem se tornou o rosto da franquia e um sinônimo do terror associado à data.

A psicologia por trás da data

O medo específico do número 13 é tão reconhecido que possui um nome técnico: triscaidecafobia. Psicologicamente, as superstições como a da sexta-feira 13 persistem porque nosso cérebro tende a buscar padrões para dar sentido ao caos. Esse fenômeno, conhecido como viés de confirmação, faz com que pessoas mais supersticiosas prestem mais atenção a eventos negativos que ocorrem na data, ignorando os positivos e reforçando a crença de que o dia é, de fato, amaldiçoado.

O que as pessoas buscam na internet?

A análise de tendências de busca mostra que a curiosidade moderna se sobrepõe ao medo ancestral. As pessoas não estão apenas evitando gatos pretos, mas sim pesquisando ativamente sobre o tema. Entre as buscas mais comuns, destacam-se:

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