O antigo complexo da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), localizado na Rua Espírito Santo, no Centro de Belo Horizonte, está em processo de revitalização após 17 anos de abandono. Desocupado desde 2009, quando a unidade se mudou para o campus Pampulha, o imóvel terá novos usos definidos pela prefeitura da capital. O plano inclui a instalação de secretarias municipais, áreas comerciais e um espaço para abrigar até 2,4 mil servidores públicos.
A iniciativa faz parte do processo de transferência do prédio da União para o município e tem um investimento estimado de aproximadamente R$ 150 milhões, com o objetivo de requalificar uma área histórica e otimizar a estrutura administrativa da cidade.
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O que vai funcionar no antigo prédio da Engenharia?
O complexo será transformado em um centro administrativo e comercial. O projeto prevê a instalação de diversas secretarias municipais nos pavimentos superiores, enquanto os térreos serão destinados a atividades comerciais, como lojas e restaurantes, buscando movimentar a economia local. A estrutura será organizada para abrigar:
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Secretarias municipais, centralizando serviços da administração pública;
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Áreas comerciais e de serviços abertas ao público;
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Postos de trabalho para até 2,4 mil servidores.
Como o complexo será revitalizado?
A Prefeitura de Belo Horizonte assumiu a guarda provisória do imóvel enquanto o processo de cessão definitiva pela União avança. O plano de revitalização será executado para adaptar a estrutura às novas necessidades, com foco na modernização das instalações e na preservação do patrimônio arquitetônico, incluindo o Edifício Arthur da Costa Guimarães, que é tombado.
O projeto prevê a demolição de três dos seis edifícios existentes para dar lugar a uma praça e um pátio interno. Essa intervenção criará passagens para pedestres que conectarão as ruas Guaicurus, Bahia, Espírito Santo e a Avenida dos Andradas, integrando o complexo à rotina do Centro.
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Qual o impacto da mudança para o Centro de BH?
A ocupação do edifício histórico é uma estratégia para impulsionar a revitalização da região central de Belo Horizonte. A expectativa é que a presença diária de milhares de servidores e a abertura de novos comércios aumentem o fluxo de pessoas na área, o que pode fortalecer a segurança e estimular a economia local.
Além disso, a iniciativa permite que a administração municipal otimize o uso de prédios públicos e reduza despesas com aluguéis, concentrando parte de suas operações em um único endereço estratégico. A ocupação do espaço não é totalmente inédita, já que um dos prédios do complexo foi cedido em 2020 para abrigar um centro de saúde.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
