Uma mulher de 57 anos morreu após ser atingida por uma linha chilena, usada para soltar pipa, no final da tarde dessa terça-feira (30/6), em Montes Claros, no Norte de Minas. A vítima foi identificada como a professora Cláudia Morais Silva, que será sepultada na tarde desta quarta-feira (1°/7).
Conforme o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Emergência (Samu), a professora foi atingida pela linha e sofreu um corte profundo no pescoço quando retornava do trabalho pilotando uma motocicleta Biz, em uma rua do Bairro Residencial Minas Gerais, área do Vilage do Lago, na direção Sul da cidade.
Em 8 de junho de 2020, a dona de casa Andrea Borges, de 44 anos morreu após sofrer um corte profundo no pescoço provocado por uma linha chilena quando também retornava para o trabalho. O fato ocorreu na Avenida Manoel Caribé Filho, entre os bairros Vila Greice e Dona Gregória, área do Grande Maracanã, Região Sudeste de Montes Claros.
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Devido à morte da dona de casa, em julho de 2020, a Câmara Municipal de Montes Claros aprovou a Lei Municipal n° 1, de autoria do vereador Rodrigo Cadeirante, que proíbe a soltura de pipas na área urbana da cidade. A iniciativa foi denominada “Lei Andrea Borges”.
Apesar da proibição legal, a soltura de pipas continuou ocorrendo na área urbana da cidade, o que se comprova com o episódio da morte da professora Cláudia Morais Silva.
De acordo com o Samu, quando a equipe de socorristas chegou ao local, verificou que ela apresentava um corte profundo na região do pescoço e sangramento intenso. "Ela também tinha um ferimento em um dos dedos da mão, levantando a suspeita de que a lesão tenha ocorrido na tentativa de retirar a linha que a atingiu", informou o Samu. No local, também foi constatada a morte da professora.
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O corpo de Cláudia Morais Silva está sendo velado no Memorial da Santa Casa de Montes Claros. O sepultamento está marcado para as 16h desta quarta-feira, no Cemitério Bonfim, no município.
