ENTREVISTA

Vídeo: confira perguntas feitas pela população de BH ao prefeito

Dos estragos das chuvas à questão dos moradores em situação de rua, Álvaro Damião responde a perguntas feitas por moradores da capital ouvidos pelo EM nas ruas

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Em 3 de abril, o prefeito de Belo Horizonte Álvaro Damião (União Brasil) completou um ano à frente do Executivo Municipal. Durante entrevista exclusiva ao Estado de Minas, Damião também respondeu a perguntas feitas por moradores da capital ouvidos pela reportagem nas ruas. Confira o que o prefeito respondeu a cada um deles.

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O cidadão pergunta
O cidadão pergunta Jair Amaral/EM/D.A Press

“Quais as ações adotadas pela prefeitura no enfrentamento aos problemas decorrentes das chuvas? Nos últimos dias, muitas árvores caíram e ruas ficaram alagadas na região.”
Gustavo Dutra, funcionário público, 52 anos, morador do Bairro Funcionários, Região Centro-Sul

“A quantidade de chuva vem aumentando ano a ano. É um desafio para Belo Horizonte. O que posso dizer é que, em relação a anos anteriores, conseguimos ‘segurar’ a maior parte da chuva. Não tivemos em Belo Horizonte, mesmo com toda chuva, os grandes desastres de anos anteriores e que vimos na Zona da Mata, por exemplo.”

CONFIRA AS PERGUNTAS DOS MORADORES DE BH:

https://www.youtube.com/watch?v=s3c-9PPs_hA

“Todos os dias preciso ir até a Savassi. O trajeto, que levaria 15 minutos, demora uma hora. Qual a solução para o problema do trânsito na capital?”
Rafaela Aguiar, publicitária, 29 anos, moradora do Bairro Buritis, na Região Oeste

“O trânsito piora a cada dia porque vivemos em novos tempos. Temos motos por aplicativo, vários aplicativos de transporte. Antes, as pessoas usavam somente o ônibus para se deslocar de um bairro ao outro. Hoje, são várias as formas de chegar. E as ruas, infelizmente, continuam como antes, não mudaram. A saída para o Buritis é praticamente uma saída única. Isso dificulta, mas nós estamos trabalhando para trazer semáforos inteligentes para Belo Horizonte, para melhorar o trânsito da cidade.”

“Gostaria de saber qual o motivo do aumento de radares na cidade e se esse crescimento está relacionado ao número de acidentes.”
Guilherme de Souza, analista, 25 anos, morador do Bairro Jaqueline, na Região Norte

“Fizemos uma pesquisa e, nos últimos cinco anos, somente nas 10 principais avenidas de Belo Horizonte, 174 pessoas perderam a vida em acidentes. No Anel Rodoviário, no mesmo período, foram 180. O que fazemos é controlar a velocidade e não colocar radar. As pessoas ligam radar à questão financeira, como se a prefeitura quisesse arrecadar com isso. A arrecadação do radar é irrisória. Nada paga uma pessoa que perde a vida.”

“Todos os dias venho trazer pacientes a Belo Horizonte. Qual a possibilidade de serem criadas vagas de estacionamento para veículos oficiais, principalmente na região hospitalar?”
José Maria Soares, 61 anos, motorista da Secretaria de Saúde de Três Marias, Região Central de Minas

“Sobre vagas para quem vem do interior fazer tratamento de saúde é uma coisa que a gente pode rever. Mas a área da região hospitalar já é hipersaturada em relação a vagas, até pelo número de pessoas que trabalham naquela região. Esse é um dos grandes problemas da cidade.”

“Há vários anos sofremos com a situação dos ônibus, atrasos… sabemos que a prefeitura repassa um valor milionário para as empresas de ônibus e não temos retorno nenhum.”
Marcelo Moreira, técnico em segurança do trabalho, 34 anos, morador de Venda Nova

“Sobre o repasse para as empresas de transporte, ele é feito justamente para fazer o sistema funcionar. Se não fizermos esse repasse, alguém tem que pagar a conta, e quem pagaria seria o usuário. Nesse caso, a passagem seria entre R$ 13 e R$ 14, para fazer um sistema de 2.500 ônibus funcionar. A prefeitura cobra, todos os dias, faz as notificações, emite multas, para que as empresas que não cumprem horário sejam obrigadas a cumprir.”

“Preciso sempre vir ao Centro. Está cheio de moradores de rua e muitos locais com mau cheiro, principalmente perto da rodoviária. Queria saber o que o senhor vai fazer para solucionar esse problema.”
Conceição Albano, manicure, 66 anos, moradora do Barreiro

“Moradores em situação de rua, hoje, são um problema social. O morador de rua não é o problema, o problema são pessoas morando nas ruas da cidade. Estamos com um projeto e já colocando muita coisa em prática para a população que mora nas ruas da cidade, ainda temos algumas outras para poder fazer, para evitar que isso aconteça.”

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*Estagiária sob supervisão da editora Vera Schmitz

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