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Carnaval 2025: a criação das fantasias das escolas de samba e seus materiais
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Em primeiro lugar, as agremiações realizam uma pesquisa aprofundada sobre o enredo que querem levar para o próximo desfile e divulgam aos compositores uma sinopse. Uma espécie de guia que ajuda na elaboração dos sambas e no organograma das alas e alegorias. Foto: Divulgação -
A partir dessa sinopse, os carnavalescos desenvolvem um roteiro, que mostrará o caminho que pretendem seguir no tema escolhido. Eles, então, fazem os desenhos dos croquis com a ajuda de suas equipes, que serão confeccionadas para o desfile. Foto: Divulgação -
Depois do enredo e sinopse serem definidos, acontece um processo que lembra muito o das semanas de moda, com criação de diversos esboços, croquis, estudo de cores, Tudo para criar as peças que melhor se encaixem ao tema proposto. Foto: Reprodução de Instagram -
Depois da elaboração dos croquis, as agremiações realizam uma festa de protótipos para mostrar internamente a reprodução de cada fantasia, de forma setorizada, seguindo o organograma do desfile. Foto: Reprodução de Instagram -
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Além disso, temos as fantasias que exigem maior atenção na sua criação, que são do primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, comissão de frente, bateria e destaques de alegoria. Elas apresentam especificidades que merecem atenção. Foto: Reprodução de vídeo TV Vanguarda -
Esses figurinos não podem atrapalhar a fluidez do componente e precisam de destaque. Assim, eles são de alta-costura, feito sob medida, com diversas provas e pode levar até três meses para ficar pronto. Foto: Reprodução de Instagram -
Antigamente, algumas dessas festas de protótipos eram abertas à comunidade. No entanto, como forma de guardar segredo sobre o que apresentará nos espetáculos, as agremiações optaram por fazer algo mais interno, para a direção e alguns segmentos. Foto: Divulgação -
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As reproduções das alas são feitas no último andar da Cidade do Samba para as escolas do Especial ou em ateliês. Um processo que emprega muitos profissionais e movimenta a economia criativa e cultural do Brasil e do Rio de Janeiro. Foto: Divulgação -
No entanto, a realidade da Série Ouro e das escolas da Intendente ainda são de muita dificuldade quanto aos barracões e produção de fantasias em ateliês. Esses profissionais clamam pela construção de uma Cidade do Samba 2 e melhores condições de trabalho. Foto: - Reprodução Instagram@uniaodailha -
Nesse processo, costureiras, aderecistas e outros profissionais trabalham para que as reproduções fiquem bem perto do que foi apresentado nos croquis. Em outras palavras, o foco é que boa parte das ideias do carnavalesco sejam empregadas. Foto: Reprodução de vídeo TV Vanguarda -
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Semanas antes do desfile oficial, as escolas realizam a entrega dessas fantasias às alas de comunidade, que representam a maioria das pessoas de cada agremiação. As roupas das fantasias comerciais são feitas em ateliês próprios e tem perdido cada vez mais espaço. Foto: Reprodução de Instagram -
Ao receber a fantasia, o componente deve vesti-la para fazer os ajustes necessários e possíveis trocas. Além disso, é necessário fazer os materiais "respirarem" fora do saco plástico, assim como ter todo cuidado para não danificá-las no manuseio. Foto: Reprodução de Instagram -
O componente de alas de comunidade pode receber outras partes na concentração, como adereços de mão. Ele deve entregar a fantasia (meses depois do carnaval) para que a agremiação possa reaproveitar materiais para o desfile seguinte. Foto: Divulgação -
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Entre os materiais mais utilizados nas fantasias de carnaval, sobretudo das escolas de samba, estão as lantejoulas. Elas são pequenas lâminas cintilantes, de metal ou vidro, com orifício para enfiar a linha, que servem para enfeitar vestidos ou bordados. Foto: Flickr Márcio Cabral -
Além disso, o acetato também está presente nesse universo. Afinal, ele é um material plástico transparente e rígido que pode ser usado para fazer fantasias, máscaras, roupas e outros adereços carnavalescos. Foto: Reprodução de Instagram -
Outro material presente nas fantasias das escolas de samba é o aljofre. Ele consiste em um feixe de penas ornamentais de certas aves, ou a um material utilizado em artesanato. Foto: Divulgação -
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O lamê é um tecido metálico e brilhante que é muito utilizado para fazer fantasias de carnaval. Ele pode ser usado para criar trajes inteiros ou para dar um toque especial a uma fantasia. Foto: - Reprodução de Instagram -
Os tecidos de carnaval são tecidos utilizados para fazer fantasias temáticas, que podem ter diferentes cores, estampas e texturas. Foto: Divulgação -
As penas artificiais são um acessório usado para criar fantasias e alegorias de Carnaval. Elas são feitas de materiais sintéticos e podem ser usadas na criação das vestimentas que passam pela Marquês de Sapucaí. Foto: Reprodução de Instagram -
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Lurex de carnaval é um tecido brilhante, flexível e elástico, feito de fios metálicos, que é muito usado para confecção de fantasias e decorações. Foto: Reprodução de vídeo TV Vanguarda -
Quem também tem espaço no carnaval são as pena palito. Elas são usadas para compor fantasias de carnaval, decorar ambientes e fazer artesanatos. Foto: Reprodução de vídeo TV Vanguarda -
Paetê de Carnaval é um tecido coberto de lantejoulas, que é muito utilizado para fazer fantasias, saias e outros detalhes. Já o EVA é leve, flexível, resistente e está disponível em vários acabamentos. Foto: Reprodução de vídeo TV Vanguarda -
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As plumas são materiais nobres utilizados em fantasias de carnaval, principalmente por passistas, musas e destaques. As plumas podem ser de animais como faisões, galos, pavões, gansos e cisnes (de forma artificial). Foto: Reprodução de Instagram -
Atualmente, o carnaval carioca tem apostado na iluminação. Assim, as fantasias podem apresentar materiais que brilham e refletem, assim como a presença de leds. Foto: Reprodução de vídeo TV Vanguarda