Animais
Avanço do mexilhão-dourado surpreende cientistas, causa prejuízos ao setor elétrico e ameaça ecossistemas na Amazônia
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Em Minas Gerais, pesquisadores da Universidade Estadual de Montes Claros encontraram 113 exemplares nos municípios de São Francisco e São Romão, no rio São Francisco, a cerca de mil quilômetros do registro anterior mais próximo na bacia. Foto: Divulgação/Unimontes -
Como a erradicação completa é considerada improvável com as técnicas disponíveis, os pesquisadores defendem medidas preventivas, como a desinfecção de embarcações e equipamentos usados na pesca, além do controle sanitário de cargas de peixes utilizadas na piscicultura. Foto: Pexels/Kindel Media -
Introduzida na América do Sul em 1991, mais especificamente no estuário do rio da Prata, na Argentina, a espécie chegou ao Brasil no fim da década de 1990 e se dissemina por meio de larvas transportadas pela água, embarcações e equipamentos. Foto: Wikimedia Commons/Olivier Dugornay -
Pertencentes à classe dos bivalves, grupo que também inclui ostras, vieiras e amêijoas, os mexilhões possuem uma concha formada por duas partes articuladas, que protegem seu corpo macio contra predadores e condições ambientais adversas. Foto: Pexels/Dominiquemel16 Ramos -
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Sua alimentação ocorre por filtração: os mexilhões retiram da água partículas orgânicas, algas microscópicas e outros microrganismos. Essa característica contribui para a limpeza natural dos ambientes aquáticos, mas também pode favorecer o acúmulo de toxinas e contaminantes quando a água está poluída. Foto: Wikimedia Commons/Ericsfr -
Na culinária, os mexilhões aparecem em receitas como ensopados, massas, risotos e pratos com frutos do mar, sobretudo em países europeus e regiões costeiras. Eles fornecem proteínas, vitamina B12, ferro, zinco e outros nutrientes importantes para o organismo. Foto: Pexels/Luiz Henrique Mendes