Celebridades e TV
Giulia Gam revela efeitos de excesso de medicação e fala em renascimento
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A atriz contou que procurou uma endocrinologista e uma psiquiatra para reexaminar seu quadro e rever o tratamento. A retirada das medicações começou em novembro de 2025 e, segundo ela, aconteceu em um ritmo mais rápido do que imaginava. Giulia também relatou ter interrompido o uso de pregabalina, que tomava por causa de uma hérnia, e disse estar vivendo uma fase de renovação pessoal. “Vivo esse renascimento mesmo, sou outra pessoa. Estou muito feliz”, explicou. Foto: Reprodução/TV Cultura -
Nascida em Perúgia, na Itália, em 28 de dezembro de 1966, Giulia Gam construiu sua carreira artística e se tornou um nome conhecido do teatro e da televisão brasileiros. Sua formação profissional começou ainda na adolescência, quando foi escolhida pelo diretor Antunes Filho para interpretar Julieta em uma montagem de “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, em 1984. Com a companhia de Antunes Filho, também participou de apresentações fora do país. Foto: Reprodução / Instagram -
A estreia de Giulia na televisão ocorreu em 1987, na novela “Mandala”, da TV Globo. Na trama inspirada na tragédia “Édipo Rei” do dramaturgo grego Sófocles, ela interpretou Jocasta na primeira fase da personagem, que depois foi vivida por Vera Fischer. No ano seguinte, conquistou outro papel de destaque ao protagonizar a minissérie “O Primo Basílio”, adaptação do romance do escritor português Eça de Queirós. Na produção, deu vida a Luísa, uma mulher envolvida em um relacionamento extraconjugal e Foto: Reprodução -
Em 1989, a atriz integrou o elenco da novela “Que Rei Sou Eu?”, produção de época que misturava humor, aventura e crítica social. Nos anos seguintes, participou de outras obras importantes, entre elas “Fera Ferida”, exibida em 1993.. Paralelamente, manteve a ligação com o cinema, atuando em filmes como “O Mandarim” (1995), dirigido por Júlio Bressane, e “A Dona da História” (2004), de Daniel Filho. No teatro, continuou trabalhando com diretores de diferentes propostas estéticas. Foto: Reprodução/TV Globo -
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Um dos papéis mais lembrados de sua carreira foi ao ar em 2003, quando interpretou Heloísa na novela “Mulheres Apaixonadas”, de Manoel Carlos. A personagem enfrentava um ciúme obsessivo, tema que deu origem a discussões sobre relacionamentos abusivos, possessividade e sofrimento emocional. A interpretação teve grande repercussão e rendeu à atriz reconhecimento do público e premiações. Em seguida, Giulia assumiu personagens de perfis variados, como a presidiária Diva, em “A Favorita”, e Bruna, no Foto: Reprodução/TV Globo -
A trajetória da atriz também inclui trabalhos em “Sangue Bom”, na qual viveu Bárbara Ellen, e “Boogie Oogie”, novela de 2014 em que interpretou Carlota. Em 2017, voltou às histórias de época ao dar vida à rainha Carlota Joaquina em “Novo Mundo”. Além da televisão e do cinema, o palco permaneceu presente em sua carreira, com montagens que exigiram diferentes registros interpretativos. Ao longo dos anos, Giulia alternou protagonistas, personagens coadjuvantes e participações especiais, sem se limi Foto: Divulgação/TV Globo -
Na vida pessoal, Giulia Gam é mãe do músico Theo Bial, músico nascido de seu relacionamento com o jornalista e apresentador Pedro Bial. Foto: Reprodução / Instagram -