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Licopeno: conheça o pigmento natural que dá cor aos alimentos e desperta interesse da ciência
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O tomate está entre as fontes alimentares mais conhecidas de licopeno. A quantidade varia conforme a variedade e o grau de maturação. Em geral, tomates bem maduros apresentam concentrações maiores do pigmento. Foto: Pixabay -
Embora seja frequentemente associado ao tomate, o licopeno também está presente na melancia de polpa vermelha. A goiaba vermelha, o mamão e a toranja rosada são outros exemplos de frutas que podem fornecer essa substância. Foto: Imagem de hyun chun kim por Pixabay -
Uma característica curiosa do licopeno é que seu aproveitamento pelo organismo pode aumentar após o processamento térmico dos alimentos. O cozimento rompe estruturas celulares do tomate, facilitando a liberação do pigmento. Foto: imagem gerada por i.a -
O licopeno é uma substância lipossolúvel, ou seja, dissolve-se em gorduras. Por isso, consumir tomate com uma pequena quantidade de azeite pode favorecer sua absorção intestinal. Essa combinação é comum na culinária mediterrânea. Foto: imagem gerada por i.a -
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Diferentemente de algumas substâncias fabricadas pelo corpo humano, o licopeno precisa ser obtido pela alimentação. Depois de absorvido, ele circula pelo organismo e pode se acumular em tecidos como fígado, pele e próstata. Foto: Imagem de Jose Paulo por Pixabay -
Estudos investigam a relação entre o consumo de licopeno e a saúde cardiovascular. Algumas pesquisas apontam possíveis efeitos favoráveis sobre marcadores de estresse oxidativo e função vascular, mas ainda não há comprovação de que o composto previna doenças cardíacas. Foto: Pixabay -
O licopeno também é estudado por sua capacidade de ajudar a reduzir danos oxidativos provocados pela radiação ultravioleta. Algumas pesquisas observaram efeitos modestos na pele, mas seu consumo não substitui o uso de protetor solar. Foto: -
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Pesquisadores investigam possíveis relações entre o licopeno e o risco de determinados tipos de câncer, especialmente o de próstata. Entretanto, os resultados ainda são inconsistentes e não comprovam que a substância previna ou trate a doença. Foto: -
A cor vermelha dos alimentos pode ter diferentes origens. Enquanto tomates e melancias recebem sua tonalidade principalmente do licopeno, morangos e cerejas devem a coloração sobretudo às antocianinas, outra classe de pigmentos naturais. Foto: Imagem gerada por i.a