Animais
Kakapo: o papagaio que não voa e luta para escapar da extinção
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O kakapo (Strigops habroptilus) é uma das aves mais raras e curiosas do planeta. Exclusivo da Nova Zelândia, esse papagaio de plumagem verde-amarelada, rosto arredondado e hábitos noturnos não consegue voar. Ameaçado de extinção, é alvo de esforços de conservação, e os novos nascimentos renovam as esperanças de sobrevivência da espécie. Foto: Dianne Mason wikimedia commons -
Com até cerca de 4 quilos, o kakapo é considerado o papagaio mais pesado do mundo. Suas asas são curtas e não permitem o voo, mas a ave consegue caminhar longas distâncias e escalar árvores com habilidade. Foto: Oscar Dove wikimedia commons -
Classificado como criticamente ameaçado de extinção, o kakapo sofreu uma redução drástica de sua população. A introdução de predadores, como gatos, ratos e arminhos, contribuiu para seu desaparecimento de grande parte do território neozelandês. Foto: Kimberley Collins wikimedia commons -
Em 14 de fevereiro de 2026, nasceu o primeiro filhote de kakapo em quatro anos, na ilha Anchor, na Nova Zelândia. O ovo era da fêmea T?whiri, mas foi chocado por Yasmine, uma mãe adotiva. O acontecimento renovou as esperanças de recuperação da espécie. Foto: Lydia Uddstrom/Departamento de -
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Os kakapos costumam se reproduzir apenas a cada dois a quatro anos, quando ocorre uma grande produção de frutos da árvore rimu. As fêmeas cuidam sozinhas dos ovos e filhotes, tornando cada nascimento especialmente importante para a sobrevivência da espécie. Foto: Mike Bodie wikimedia commons -
O kakapo se alimenta de folhas, brotos, sementes, frutos e outras partes de plantas. Seu bico forte permite triturar materiais vegetais, enquanto o olfato desenvolvido ajuda a encontrar alimentos durante suas atividades noturnas. Foto: Don Merton, wikimedia commons -
Desde 1995, um programa de conservação monitora os kakapos e protege seus ninhos em ilhas livres de predadores introduzidos. Os pesquisadores utilizam transmissores, incubadoras e acompanhamento genético para aumentar as chances de sobrevivência. Foto: Kimberley Collins wikimedia commons -