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Nova ferramenta do Google usa ‘vídeo selfie’ para verificar identidade do usuário; veja como funciona
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Caso a recuperação da conta seja necessária no futuro e essa opção esteja disponível, uma nova gravação será comparada ao vídeo armazenado anteriormente. Se houver correspondência, o sistema poderá confirmar a identidade e permitir a retomada do acesso. Foto: Magnific/krakenimages.com -
A tecnologia utiliza, portanto, reconhecimento biométrico por vídeo, e não uma simples fotografia transformada em senha. Em computadores sem câmera compatível, o processo pode direcionar o usuário para outro aparelho por meio de um QR code. Foto: Magnific/cookie_studio -
O recurso, contudo, não está liberado para todos os perfis: contas do Google Workspace, contas infantis e usuários inscritos no Programa Proteção Avançada não podem cadastrá-lo para essa finalidade. A novidade também reacende o debate sobre o uso de dados biométricos por grandes plataformas digitais. Foto: Pexels/BM Amaro -
Uma senha pode ser substituída depois de um vazamento, mas características do rosto permanecem associadas à pessoa. O Google informa que o vídeo pode ser apagado após determinado período, embora possa conservá-lo por mais tempo em algumas situações relacionadas à segurança ou ao descumprimento de políticas. Foto: Pexels/Bastian Riccardi -
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A empresa tem outros sistemas de verificação facial, inclusive para confirmação de idade, mas esses procedimentos têm finalidades diferentes e não devem ser tratados como equivalentes à recuperação de contas. Também não há, na documentação apresentada para esse recurso, indicação de que os vídeos cadastrados sejam utilizados para treinar modelos generativos de inteligência artificial. Foto: Magnific/jcomp -
Ainda assim, questões como armazenamento, finalidade do processamento e proteção das informações continuam relevantes para quem considera aderir à ferramenta. Para usuários que já adotam chaves de acesso, autenticação em duas etapas ou dispositivos de segurança, a selfie em vídeo representa mais uma possibilidade de recuperação, e não uma substituição obrigatória. Foto: Adarsh Chauhan/Unsplash