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Ônix: pedra atravessou civilizações e conquistou a joalheria
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O ônix verdadeiro é formado por calcedônia, material composto principalmente por sílica. Ele integra a família do quartzo e se caracteriza tradicionalmente por camadas de cores contrastantes, geralmente dispostas de maneira quase paralela. Foto: Imagem gerada por i.a -
Embora a variedade negra seja a mais famosa, a pedra pode combinar faixas brancas, cinzentas, marrons e avermelhadas. Quando apresenta camadas em tons castanhos ou vermelhos alternadas com áreas claras, recebe o nome de sardônica. Foto: Imagem gerada por i.a -
Parte considerável do ônix preto encontrado no comércio corresponde a ágatas submetidas a processos de tingimento. A técnica é antiga e busca produzir uma coloração escura mais intensa e uniforme, sem necessariamente prejudicar o uso ornamental da pedra. Foto: Imagem gerada por i.a -
O material já era trabalhado no Egito antigo e também apareceu em objetos das culturas grega e romana. Suas camadas contrastantes favoreceram a criação de vasos, selos, amuletos e pequenas peças esculpidas Foto: Imagem gerada por i.a -
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As diferentes faixas de cor permitem que o artesão esculpa uma figura clara sobre um fundo escuro, ou o contrário. Essa característica transformou o ônix e a sardônica em materiais muito valorizados na produção de camafeus e entalhes. Foto: Imagem gerada por i.a -
Pedras decorativas vendidas como “ônix-mármore” ou “ônix de calcita” não são o mesmo material usado tradicionalmente nas joias. Elas são rochas calcárias bandadas, mais macias e translúcidas, empregadas em bancadas, painéis, luminárias e revestimentos. Foto: Imagem gerada por i.a -
Com dureza entre 6,5 e 7 na escala de Mohs, o ônix de calcedônia resiste relativamente bem ao uso em joias, mas pode sofrer riscos e impactos. A limpeza deve ser feita com água, sabão neutro e pano macio, evitando produtos químicos agressivos. Foto: Imagem gerada por i.a -