Celebridades e TV
Golpe usa imagens de Fernanda Montenegro e Antonio Fagundes para vender remédio contra Alzheimer; atore se manifestaram
-
O material circula na internet com promessas de cura da doença e também de redução de dores físicas entre pessoas idosas. Na peça adulterada, Fernanda aparece como se tivesse utilizado o produto e o recomendasse ao público, ao lado de um médico que também participa da falsa divulgação. Foto: Estevam Avellar/TV Globo -
A atriz classificou a utilização de sua imagem como "ato criminoso" e afirmou que jamais autorizou sua participação na campanha. Segundo Fernanda, o conteúdo ainda tenta conferir credibilidade ao produto ao apresentá-la como consumidora e associá-la a uma suposta indicação médica. Foto: Reprodução/Instagram -
Antonio Fagundes também recorreu às redes sociais para alertar seus seguidores sobre o golpe e reforçar que não tem qualquer relação com o anúncio. “Essa atitude criminosa é mais grave ainda quando pode ameaçar a vida e a integridade de outras pessoas. Por favor, não se deixem enganar por falsas mensagens”, declarou. Foto: Reprodução/Globo -
Vale ressaltar que o Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva que ainda não tem cura, por isso promessas de tratamentos milagrosos exigem cautela. As terapias disponíveis buscam controlar sintomas ou retardar o declínio cognitivo em alguns pacientes. Foto: Reprodução/Magnific -
-
Em maio de 2026, uma revisão publicada na Cochrane Library, base internacional de análise de evidências científicas, analisou 17 ensaios clínicos sobre medicamentos desenvolvidos para reduzir as placas da proteína beta-amiloide no cérebro. Foto: Reprodução/Pixabay -
Essa proteína existe naturalmente no organismo, mas pode se acumular entre os neurônios e prejudicar a comunicação entre as células. E é justamente esse processo que está associado à degeneração cerebral característica do Alzheimer. Segundo a publicação, os medicamentos avaliados conseguem diminuir o acúmulo dessas placas. Foto: Freepik/DC Studio -
No entanto, os estudos não demonstraram benefícios clinicamente relevantes na capacidade dos pacientes de realizar atividades do cotidiano. Por enquanto, os autores classificam os efeitos dessas terapias como pequenos. No Brasil, dois medicamentos dessa classe, donanemabe e lecanemabe, já foram aprovados para uso. Foto: Magnific/wirestock -