Ao longo das décadas seguintes, ocupou cargos como deputado federal e ministro da Fazenda, da Justiça e das Relações Exteriores, além de atuar como embaixador do Brasil nos Estados Unidos. Sua passagem por Washington, entre 1934 e 1937, quando pediu demissão por não concordar com os caminhos que o Brasil tomava com a declaração do Estado Novo.
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No mesmo ano, assumiu papel central na Assembleia Geral, inclusive na primeira sessão extraordinária, dedicada à questão da Palestina. À frente da segunda sessão regular, Aranha presidiu debates em um momento decisivo para a recém-criada organização, poucos anos após o fim da Segunda Guerra Mundial.
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