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Igreja da Candelária: 251 anos de fé, arte e grandes acontecimentos no coração do Rio
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A construção teria sido feita no Rio de Janeiro, onde o casal desembarcou em segurança. O cumprimento da promessa se daria com a construção de uma pequena capela, que décadas depois seria substituída pela imponente igreja. Foto: Reprodução Igreja de Nossa Senhora da Candelária -
O episódio da tempestade está retratado em um dos painéis do teto da nave, ao lado de outras cenas da história da Candelária. No século XVIII, diante da deterioração da antiga capela, a irmandade decidiu substituí-la por um templo maior e mais imponente. Iniciadas em 1775, as obras se prolongaram por 123 anos, até a inauguração oficial em 1898. Foto: Flickr photografosperturbados -
A data correta é 6 de junho de 1775, e não 6 de julho. Nesse dia foi abençoada a pedra fundamental do atual templo, marco que completou 250 anos em 2025. A celebração ocorreu em 6 de junho, com uma missa solene presidida pelo cardeal-arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta. Foto: Reprodução Igreja de Nossa Senhora da Candelária -
Ao longo dos 251 anos desde o início da construção do atual templo, a Candelária tornou-se cenário de acontecimentos políticos e sociais de repercussão nacional. Em 1811, quando a corte portuguesa estava instalada no Brasil, ocorreu uma inauguração parcial da igreja. A cerimônia contou com a presença do príncipe regente Dom João, futuro rei Dom João VI. Foto: Museu Histórico Nacional -
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Após 123 anos de obras, a Igreja da Candelária foi solenemente inaugurada em 10 de julho de 1898, menos de uma década depois da Proclamação da República. O templo destaca-se pela arquitetura monumental e pela rica decoração interna. Seu acervo reúne pinturas, esculturas, vitrais e objetos de grande valor artístico e religioso. Foto: Reprodução de vídeo Rede Globo -
Tombada pelo Iphan em 1938, a Igreja da Candelária reúne obras de grande valor artístico, como as pinturas murais de João Zeferino da Costa. O interior também se destaca pelos vitrais alemães e pelos púlpitos em estilo art nouveau, executados pelo escultor português Rodolfo Pinto do Couto. Foto: Reprodução de vídeo Rede Globo -
A igreja possui três imponentes portas de bronze, criadas pelo escultor português Antônio Teixeira Lopes e inauguradas em 1901. O templo fica na Praça Pio X, no Centro do Rio, junto à Avenida Presidente Vargas e próximo à Avenida Rio Branco. Foto: Luis Alvaz/Wikimedia Commons -
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Durante a ditadura militar, a Candelária recebeu, em 4 de abril de 1968, missas de sétimo dia em memória do estudante Edson Luís, morto pela Polícia Militar no restaurante Calabouço. Após a celebração da manhã, policiais cercaram e agrediram participantes na saída da igreja. À noite, padres formaram um corredor para proteger o público. Foto: Reprodução Flickr Arquivo Nacional do Brasil -
O público estimado varia entre as fontes, mas o número mais citado é cerca de 1 milhão de pessoas, e não 1,2 milhão. Em 10 de abril de 1984, os arredores da Candelária receberam um dos maiores comícios das Diretas Já. A multidão reivindicava o restabelecimento das eleições diretas para presidente da República. Foto: Domínio Público -
O altar da Igreja da Calendária também hospedou celebrações que ganharam as manchetes de veículos de comunicação. Casamentos de famosos, como os dos atores Claudia Raia e Alexandre Frota, em 1986, e do cantor Belo com a modelo Gracyanne Barbosa, em 2012, tiveram lugar na Candelária. Este último foi celebrado pelo Padre Marcelo Rossi. Foto: Reprodução de vídeo Rede Globo -
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A Igreja da Candelária também recebe concertos de música clássica e apresentações de música sacra, realizados em seu interior. A programação é organizada pelo Projeto Candelária e reúne orquestras, corais, grupos de câmara e músicos convidados. Muitos desses eventos têm entrada gratuita e são abertos ao público. Foto: Divulgação/Projeto Candelária