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Antigo centro do poder colonial: palácio histórico de Salvador virará hotel de R$ 250 milhões e 90 suítes de ultraluxo
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A história do local começou em 1549, quando Tomé de Sousa ordenou a construção da primeira Casa dos Governadores, então feita com taipa de pilão. Ao longo dos séculos, sucessivas reformas alteraram a estrutura até formar o conjunto arquitetônico conhecido hoje. Foto: Domínio Público -
Entre 1549 e 1763, período em que Salvador foi a capital colonial, o endereço ocupou uma posição estratégica nas decisões administrativas do território português. A construção também teve usos diversos e já funcionou como residência oficial, sede administrativa, quartel e prisão. Foto: Wikimedia Commons/Sailko -
Personalidades como Dom João VI e Dom Pedro II passaram pelo local durante visitas à Bahia, enquanto o palácio também esteve ligado a momentos de tensão política, como a Sabinada. Em 1912, o prédio sofreu um dos episódios mais dramáticos de sua história, quando um bombardeio em Salvador atingiu suas instalações durante uma crise política. Foto: Domínio público/Acervo Arquivo Nacional -
O imóvel permaneceu associado ao Governo da Bahia até 1979, quando deixou de exercer a função de principal sede administrativa estadual. Agora, o projeto hoteleiro pretende adaptar esse patrimônio sem concentrar todas as acomodações dentro da construção histórica. Foto: Flickr - Jaques Wagner Governador -
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Das 90 suítes previstas, apenas 27 ficarão no palácio, enquanto as outras 63 ocuparão uma nova estrutura anexa. O complexo também terá piscina com vista para a Baía de Todos-os-Santos, spa, academia e três restaurantes. Com cerca de 6 mil metros quadrados de área construída, o palácio ocupa uma posição privilegiada na Praça Tomé de Sousa, próximo ao Elevador Lacerda. Foto: Flickr - Gabriel Fernandes