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Queijos magros: os efeitos na dieta e na defesa do organismo
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Os queijos magros são produzidos com menor teor de gordura e podem ser uma alternativa para quem busca reduzir a ingestão desse nutriente. Entre as opções que costumam apresentar menos gordura estão ricota, cottage e algumas versões de queijo minas frescal. Outros tipos também podem ter versões com teor reduzido de gordura. Foto: Reprodução/Freepik -
RICOTA - O principal deles é a ricota, que tem raízes na Sicília durante a era árabe-siciliana do século IX. Ao longo dos séculos, ela ganhou reconhecimento por sua versatilidade e sabor suave, tornando-se um ingrediente popular na culinária italiana. Foto: Marcuscalabresus wikimedia commons -
Inicialmente, a ricota era uma forma de aproveitar o soro do leite, um subproduto da produção de queijos, mas logo conquistou o consumidor. O nome vem do italiano "ricotta", que significa "recozido", referindo-se ao processo de cozedura do soro do leite. Foto: Freepik -
Na Itália, existem diversas versões da ricota, incluindo frescas, defumadas e cremosas. Já no Brasil, ela é conhecida pela sua frescura e versatilidade, sendo utilizada em diversas receitas, tanto doces como salgadas. Foto: Freepik -
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COTTAGE - A história do queijo cottage remonta à antiguidade, com a sua origem sendo creditada à Europa. Originalmente, o queijo cottage era preparado em pequenas propriedades rurais, aproveitando o leite que restava após a retirada do creme para a produção de manteiga. Foto: Freepik -
Com a industrialização, passou a ser fabricado em larga escala, geralmente com leite pasteurizado de baixo teor de gordura. O nome vem do inglês cottage, que significa “casa de campo”, em referência à origem caseira e rural do alimento. Foto: Freepik -
O queijo cottage fornece nutrientes importantes para o organismo, como proteínas, cálcio e fósforo, que contribuem para a manutenção da saúde dos ossos e dos músculos. Também pode fornecer vitaminas e minerais envolvidos no funcionamento adequado do sistema imunológico, embora as quantidades variem de acordo com a composição de cada produto. Foto: BalashMirzabey por Freepik -
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CABRA - O queijo de cabra é um dos primeiros exemplos de produção láctea, com provas que datam de 5.000 anos a.C. Os caprinos foram dos primeiros animais domesticados pelos humanos, e este tipo de leite era valorizado por ser uma fonte nutritiva. Foto: Divulgação/Governo da Paraíba -
O queijo de cabra deixou registros de seu consumo por diferentes povos do Mediterrâneo. Ao longo dos séculos, a tradição se consolidou pela Europa, especialmente na França e na Grécia. Com a expansão das trocas comerciais e culturais, esses queijos chegaram a diferentes partes do mundo, ganhando formatos e sabores próprios de cada região. Foto: Jon Sullivan/Wikimedia Commons -
MUÇARELA DE BÚFALA - A história da muçarela de búfala está ligada à introdução desses animais na Itália. Uma das hipóteses é que os búfalos tenham chegado à Sicília por intermédio dos árabes e, posteriormente, se espalhado por outras áreas do sul italiano. A alimentação dos animais e as características locais da produção ajudam a conferir sabor e identidade próprios ao queijo. Foto: Pixabay/maxsanna -
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Durante a Segunda Guerra Mundial, a produção de muçarela de búfala foi afetada pela redução dos rebanhos e pelas dificuldades enfrentadas no sul da Itália. Nas décadas seguintes, porém, a atividade se recuperou e o queijo ganhou cada vez mais espaço dentro e fora do país, acompanhando a crescente popularidade internacional da culinária italiana. Foto: Pixabay/TaniAviles -
MINAS - O queijo minas frescal tem raízes ligadas à chegada dos colonizadores portugueses no Brasil e à influência das culturas africanas e indígenas. A produção artesanal ganhou força, especialmente em Minas Gerais, em áreas como a Canastra, Serra do Salitre e Serro. Foto: imagem gerada por i,a -
É um produto fresco, produzido com leite de vaca pasteurizado e conhecido por sua textura macia e sabor suave. Além disso, é um patrimônio cultural imaterial brasileiro, registrado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Foto: imagem gerada por i.a -
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Os queijos magros são boas fontes de proteínas e cálcio, nutrientes importantes para o funcionamento do organismo. Por terem menor teor de gordura, especialmente a saturada, podem ser boas opções para quem busca uma alimentação equilibrada e o controle do peso. A redução do consumo de gorduras saturadas também está associada a melhores níveis de colesterol LDL e à saúde cardiovascular. Foto: Freepik -
A proteína do queijo magro aumenta a saciedade, algo que ajuda a controlar o apetite e a perda de peso. Alguns queijos magros têm menor densidade calórica que os ditos "normais" e se destaca em que busca dietas. Alguns queijos, como o minas e o cottage, possuem probióticos que auxiliam na saúde da microbiota intestinal. Isso melhora a digestão e a absorção de nutrientes. Foto: Imagem de murarenato por Pixabay