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Avanço de ‘robôs assassinos’ autônomos preocupam órgãos internacionais; países são pressionados a criar limites
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As duas instituições não defendem que toda tecnologia autônoma seja proibida, mas consideram indispensável estabelecer restrições para impedir usos considerados inaceitáveis. Embora reconheçam que esses sistemas já estão em fase de desenvolvimento, ONU e CICV afirmam não ter confirmação de que tenham sido implementados em operações de combate. Foto: Reprodução/TV Globo -
Para essas entidades, a regulamentação deve surgir antes de uma eventual expansão desse tipo de armamento. Em uma declaração conjunta, o secretário-geral da ONU, António Guterres, e a presidente do CICV, Mirjana Spoljaric, alertaram para o risco de máquinas passarem a decidir sozinhas quem deve ser atacado. Foto: Reprodução/TV Globo -
Tanto a ONU quando a Cruz Vermelha consideram que a evolução acelerada das tecnologias militares está ocorrendo mais rápido que a capacidade das normas internacionais de acompanhar essas mudanças, criando uma brecha que pode aumentar os riscos para a população civil. Foto: Reprodução/TV Globo -
“Estamos perigosamente perto de cruzar uma linha vermelha moral: que humanos virem alvo de máquinas autônomas”, diz um trecho do comunicado lido por uma porta-voz. O alerta vem depois da confirmação de que um drone russo matou três civis no dia 6 de junho, em Zaporíjia, na Ucrânia. Foto: Reprodução/TV Globo -
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As negociações sobre o assunto se prolongam há anos, enquanto drones e outros equipamentos não tripulados ganham espaço em conflitos como os da Ucrânia, do Oriente Médio e do Sudão. Na Ucrânia, veículos robóticos terrestres já são usados principalmente para transporte de materiais, entrega de suprimentos e retirada de soldados feridos, reduzindo a exposição das tropas. Foto: Divulgação/Milren