Economia
Algodão além da fibra: conheça a força e os diferentes usos da cultura no Brasil
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A cotonicultura brasileira passou por forte expansão nas últimas décadas, impulsionada por tecnologia, produtividade e demanda internacional. Na safra 2025/26, porém, a área plantada recuou cerca de 3,2%, enquanto a produtividade apresentou crescimento. Assim, é melhor retirar a expressão “expansão contínua”. Foto: CSIRO via Wikimedia Commons -
A produção brasileira de algodão se concentra principalmente no Centro-Oeste, que responde por cerca de 71% do total nacional. Mato Grosso lidera com ampla vantagem, enquanto a Bahia também ocupa posição de destaque. Juntos, os dois estados representam aproximadamente 91% da produção do país. Foto: Divulgação Embrapa -
Tecnologia e mecanização são características marcantes da cotonicultura brasileira. Máquinas modernas, sementes selecionadas e técnicas avançadas de manejo permitem cultivar grandes extensões com eficiência. Esses recursos contribuíram para os elevados índices de produtividade alcançados pelo país. Foto: Heckel Júnior/Divulgação -
O Brasil se consolidou como o maior exportador mundial de algodão, superando os Estados Unidos nos últimos anos. A expansão da produção e a forte demanda internacional ajudaram o país a ganhar espaço no comércio global. Atualmente, os Estados Unidos aparecem na segunda posição entre os exportadores Foto: Divulgação Envato -
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A cadeia produtiva do algodão vai muito além das lavouras. Depois da colheita, a fibra passa pelo beneficiamento e segue para diferentes etapas da indústria, especialmente a têxtil. A atividade também movimenta transporte, armazenamento, comércio e diversos serviços associados. Foto: Forest & Kim Starr wikimedia commons -
A cotonicultura movimenta diferentes setores e gera oportunidades de trabalho no campo e fora dele. A atividade demanda profissionais nas fazendas, no transporte, no beneficiamento e na indústria. Dessa forma, a produção de algodão tem impacto econômico que se estende muito além das propriedades rurais. Foto: CSIRO wikimedia commons -
Além da fibra utilizada principalmente pela indústria têxtil, praticamente toda a planta pode ter aproveitamento econômico. O caroço do algodão, por exemplo, pode ser destinado à alimentação animal e à extração de óleo. Isso amplia o valor obtido a partir da produção agrícola. Foto: Divulgação Federação das Inústrias de MG -
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Das sementes do algodão é extraído um óleo vegetal comestível, utilizado pela indústria de alimentos e também na culinária. Depois de refinado, ele pode ser empregado em diferentes preparações, inclusive frituras. O aproveitamento das sementes adiciona outra importante utilização à cultura. Foto: Cottonseed Oil wikimedia commons -
O óleo de algodão contém vitamina E e apresenta predominância de ácidos graxos insaturados, especialmente o ácido linoleico, da família ômega-6. Há também pequenas quantidades de ácido linolênico, da família ômega-3. Eu retiraria a referência à vitamina D, pois ela não é uma característica nutricional relevante desse óleo. Foto: Imagem gerada por i.a -
O óleo extraído das sementes de algodão também encontra aplicação na indústria de cosméticos. Ele pode integrar formulações de cremes, loções e outros produtos destinados aos cuidados com a pele. Sua composição lipídica permite seu uso como ingrediente em diferentes formulações cosméticas. Foto: saponifier por Pixabay -
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O aproveitamento do algodão também alcança a fabricação de produtos de higiene e limpeza. Óleos vegetais, incluindo o de algodão, podem ser utilizados como matéria-prima na produção de sabões e sabonetes. Dessa forma, até os subprodutos da cultura encontram aplicações industriais variadas. Foto: Imagem de Lori por Pixabay