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Pisco: conheça a história e as curiosidades por trás da tradicional bebida sul-americana
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Origem do nome – Uma das explicações mais difundidas relaciona “pisco” ao quéchua pisku, termo associado a “pássaro”, e ao nome da região e do porto de Pisco, no Peru. Documentos do período colonial registram a produção de aguardente de uva na região, e, no século XVII, esse destilado já estava presente no território peruano. Foto: Divulgação -
O Chile também possui uma longa tradição na produção de pisco, com registros históricos no século XVIII, especialmente na região de Coquimbo, onde fica o Vale do Elqui. A bebida tornou-se parte importante da cultura e da produção local. O país celebra oficialmente o Dia Nacional do Pisco em 15 de maio. Foto: Domínio público -
Peru e Chile produzem versões próprias do pisco, seguindo regras e métodos distintos. No Peru, o destilado é obtido em uma única destilação até atingir a graduação alcoólica final, sem posterior adição de água. Depois, deve descansar por pelo menos três meses em recipientes que não alterem suas características. Foto: Wikimedia Commons / Fernando Revilla -
No Chile, o pisco pode ser comercializado sem envelhecimento ou passar por repouso e envelhecimento em madeira, adquirindo coloração, aromas e sabores característicos. A produção também permite ajustes na graduação alcoólica. Essas características ajudam a diferenciá-lo do pisco produzido no Peru. Foto: Wikimedia Commons / Rjcastillo -
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No Peru, destacam-se três categorias principais: o pisco puro, produzido a partir de uma única variedade de uva; o acholado, elaborado pela combinação de diferentes variedades ou piscos; e o mosto verde, obtido de mosto cuja fermentação é interrompida antes que todos os açúcares sejam transformados em álcool. Cada processo proporciona características próprias de aroma, sabor e textura à bebida. Foto: Wikimedia Commons / Felipe Menanteau -
No Chile, o pisco pode ser encontrado em versões transparentes, de guarda e envelhecidas, que se diferenciam principalmente pelo contato com a madeira e pelo período de repouso. A bebida também é classificada de acordo com sua graduação alcoólica, com categorias estabelecidas pela legislação chilena. Versátil, pode ser consumida pura ou utilizada no preparo de diversos coquetéis. Foto: Imagem gerada por i.a -
Nem toda uva pode ser utilizada na produção do pisco. No Peru, a legislação reconhece oito variedades de uvas pisqueras, entre elas Quebranta, Italia, Torontel e Moscatel. Essa diversidade influencia diretamente os aromas e sabores encontrados nas diferentes versões da bebida. Foto: Imagem gerada por i.a -