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Arqueólogos encontram mais de 600 ânforas em naufrágio de 2.300 anos na Grécia
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Os recipientes pertenciam à carga de um navio mercante que afundou há mais de 2.300 anos. A investigação começou após a comunicação de um cidadão às autoridades, o que levou à realização de expedições submarinas na região. Embora a embarcação não tenha deixado vestígios de madeira preservados, a grande quantidade de objetos encontrados oferece pistas importantes sobre sua história. Foto: Divulgação/Eforato de Antiguidades Subaquática -
A presença de diferentes tipos de ânforas também sugere que a carga foi reunida em diversos portos, em vez de sair de um único fornecedor. Entre as hipóteses estudadas, uma delas aponta que o navio iniciou sua viagem em Mende, fez escala em Peparethos e seguia rumo a Atenas ou ao porto de Pireu quando afundou. Foto: Pexels/Berna -
Outra possibilidade considera uma rota comercial mais extensa, que ligava o norte do Mar Egeu às ilhas Cíclades e a regiões mais ao sul. Como a posição exata do navio e a distribuição completa da carga ainda permanecem desconhecidas, os pesquisadores evitam conclusões definitivas. Foto: Dietmar Rabich/Wikimedia Commons/“Santorin (GR), Ia -- 2017 -- 2698”/CC BY-SA 4.0 -
Além das ânforas, a equipe encontrou um fragmento do eixo de chumbo de uma âncora e pedras que podem ter servido como lastro da embarcação. Esses elementos poderão revelar detalhes sobre a estrutura do navio, sua capacidade de transporte e até as circunstâncias do afundamento. Foto: Imagem gerada por IA -