Educação
Mania de roer unhas: os riscos pouco conhecidos da onicofagia e dicas para resolver o problema
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Muitas vezes, a mania começa na infância, por volta dos quatro ou cinco anos, seja por imitação de familiares ou por simples curiosidade. Com a adolescência, fatores hormonais podem intensificar a prática, aumentando as chances de que ela acompanhe a pessoa por toda a vida. Foto: -
Nem sempre a onicofagia está ligada a um transtorno psicológico. Em muitas pessoas, o hábito persiste como uma mania, embora impaciência, perfeccionismo, monotonia ou pequenas imperfeições nas unhas possam servir de gatilho. Quando se torna incontrolável, pode causar prejuízos à saúde. Foto: imagem gerada por i.a -
Fisicamente, esse hábito enfraquece e deforma as unhas, machuca a pele ao redor e inflama as cutículas. Ferimentos constantes funcionam como porta de entrada para bactérias e fungos, aumentando o risco de infecções e até de problemas dentários e gengivais. Foto: Imagem Freepik -
Além dos danos físicos, a onicofagia pode gerar vergonha e insegurança. Muitas pessoas evitam mostrar as mãos, usar anéis ou cumprimentar com aperto de mão, o que compromete a confiança em situações sociais e profissionais. Para algumas, só a expectativa de ter que encontrar pessoas já gera mal-estar. Foto: imagem gerada por i.a -
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O hábito passa dos limites quando há dor, sangramentos frequentes, infecções recorrentes ou dificuldade em controlar o impulso. A sensação de alívio seguida de culpa também indica que o comportamento está mais intenso e pode exigir ajuda profissional. Foto: imagem gerada por i.a -
Ao levar os dedos à boca, microrganismos acumulados nas unhas entram diretamente no organismo. Isso pode provocar desde infecções até verminoses, mostrando que a onicofagia vai muito além de um problema estético. Foto: Divulgação/Gov PE -
Roer unhas pode desgastar o esmalte dos dentes, alterar o posicionamento dental e favorecer lesões na boca. O hábito também aumenta o risco de infecções, que podem afetar tanto a saúde bucal quanto o sistema digestivo. Foto: Imagem de HANSUAN FABREGAS por Pixabay -
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Muitas pessoas relatam evitar fotos ou encontros por causa da aparência das mãos. Tal constrangimento pode levar, inclusive, ao isolamento social, reforçando o ciclo de ansiedade e manutenção do hábito. Foto: imagem gerada por i.a -
Se o hábito causa dor, vergonha ou atrapalha tarefas cotidianas, é hora de procurar orientação profissional. Psicólogos e médicos psiquiatras podem ajudar a identificar causas emocionais e indicar estratégias adequadas para o controle. Foto: imagem gerada por i.a -
Manter as unhas bem cortadas reduz a tentação de roê-las. Além disso, ocupar as mãos com trabalhos manuais ou instrumentos ajuda a desviar o foco, diminuindo a frequência do comportamento. Foto: Racool studio freepik -
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Mordedores de borracha ou chicletes sem açúcar podem servir como alternativas para aliviar a ansiedade em momentos críticos. Essas substituições reduzem o impulso de levar os dedos à boca, sem causar danos físicos. Foto: Pixabay -
Nos casos leves, a motivação da própria pessoa é essencial para superar o hábito. Estabelecer metas, recompensas e monitorar os avanços pode ser um caminho eficaz para reduzir a onicofagia. Foto: Pixabay -
Em situações mais graves, pode ser necessário recorrer a tratamento médico. Em alguns casos, medicamentos para controlar a ansiedade são prescritos, sempre com acompanhamento profissional para evitar riscos. Foto: James Yarema/Unsplash -
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Controlar a onicofagia não é apenas uma questão estética, mas de saúde e bem-estar. Ao superar o hábito, a pessoa ganha confiança, reduz riscos de doenças e melhora sua qualidade de vida, mostrando que pequenas mudanças podem trazer grandes benefícios. Foto: imagem gerada por i.a