Criado pelos norte-americanos Philip Drinker e Louis Agassiz Shaw, na Escola de Saúde Pública de Harvard, o equipamento ganhou destaque durante as grandes epidemias de poliomielite, especialmente nos Estados Unidos, onde a doença atingiu seu auge em 1952.
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A recuperação também incluía fisioterapia para fortalecer os músculos e evitar atrofias. Com o desenvolvimento da vacina contra a poliomielite na década de 1950, os casos da doença diminuíram de forma significativa e o pulmão de aço perdeu espaço para ventiladores mecânicos mais modernos, que oferecem maior acesso ao paciente e melhor monitoramento dos sinais vitais.
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Apesar disso, algumas pessoas continuaram utilizando o equipamento por preferência ou adaptação, como Paul Alexander, que escolheu permanecer no pulmão de aço para evitar procedimentos invasivos exigidos pelos respiradores mais recentes.
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