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Saiba quem foi Hatshepsut, uma das poucas mulheres a governar o Egito Antigo
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Filha do faraó Tutmés I, ela é lembrada como uma das poucas mulheres que governaram como faraó em uma sociedade predominantemente masculina. Foto: Freepik/wirestock -
Hatshepsut viveu durante a 18ª Dinastia, por volta do século 15 a.C., e assumiu o poder em um momento de grande importância política e cultural para o Egito. Foto: Vladislav Glukhotko/Unsplash -
Hatshepsut se casou com seu meio-irmão Tutemés, seguindo a tradição da realeza egípcia. Após a morte dele, o herdeiro legítimo ainda era muito jovem, e Hatshepsut passou a atuar como regente. Foto: DEZALB/Pixabay -
No entanto, em um movimento político e religioso inédito, Hatshepsut rompeu com a tradição e declarou-se faraó, adotando todos os títulos e símbolos associados ao cargo. Foto: Reproduc?a?o/Canal History Brasil -
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Seu reinado, que durou cerca de duas décadas, entre 1479 e 1458 a.C., foi marcado por uma era de prosperidade econômica e estabilidade política. Foto: Reproduc?a?o/Canal History Brasil -
Hatshepsut frequentemente era retratada em estátuas e relevos com atributos masculinos, como a barba postiça e vestes tradicionais dos faraós. Foto: © Vyacheslav Argenberg / http://www.vascoplanet.com/ -
Ela se apresentava como escolhida pelos deuses, especialmente pelo deus Amon. Esse simbolismo ajudou a consolidar sua autoridade perante a elite e o povo. Foto: Flickr - Hannah Pethen -
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Em vez de focar em campanhas militares expansivas, Hatshepsut investiu em comércio e obras monumentais. Um dos maiores exemplos é seu templo mortuário em Deir el-Bahari. Foto: Reprodução do Youtube Canal Destinos com Caprice Turismo -
A estrutura de tirar o fôlego fica encrustada nos penhascos de calcário e é considerada uma das construções mais impressionantes do Egito antigo. Foto: Dmitrii Zhodzishskii/Unsplash -
Outro feito importante foi a famosa expedição à terra de Punt, uma região rica em recursos, de onde foram trazidos produtos valiosos como incenso, ébano, ouro e plantas exóticas. Foto: Niki Vogt/Pixabay -
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Apesar de seu reinado bem-sucedido, após sua morte, Hatshepsut teve sua memória parcialmente apagada. Muitas de suas imagens e inscrições foram destruídas ou substituídas, provavelmente por ordem de Tutemés III, que governou depois dela. Foto: Wikimedia Commons/Rogers Fund, 1929 -
Ainda hoje, historiadores debatem se isso foi motivado por rivalidade política, tentativa de reafirmar a ordem tradicional ou simplesmente por estratégias dinásticas. Foto: Jordi Orts Segalés/Unsplash -
Durante séculos, Hatshepsut permaneceu relativamente esquecida, até que escavações arqueológicas modernas ajudaram a reconstruir sua história. Foto: Jarek/Pixabay -
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Em 2007, sua múmia foi identificada positivamente através de análises de DNA e registros odontológicos, permitindo que a ciência finalmente desse um rosto à governante. Na World História Encyclopedia, há uma reconstrução facial dela (foto) Foto: -
Hoje, ela é reconhecida como uma das governantes mais bem-sucedidas do Egito Antigo, destacando-se por sua habilidade política, visão administrativa e capacidade de romper barreiras de gênero em uma das civilizações mais antigas da humanidade. Foto: Wikimedia Commons/Rogers Fund, 1935