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Justiça autoriza véu islâmico para bombeiras muçulmanas em Porto Alegre
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A ação foi movida pela Associação Nacional de Juristas Islâmicos (Anaji) após o pedido da bombeira ser negado administrativamente. Ao conceder a tutela de urgência, o magistrado destacou que a liberdade religiosa é garantida pela Constituição e que o Estado laico deve proteger a pluralidade de crenças. Foto: Domínio Público/Wikimedia Commons -
O uso do véu, porém, deverá respeitar exigências de segurança e compatibilidade com equipamentos de proteção. Agora, veja com o Flipar os principais destes tipos de roupas muçulmanas! Foto: Reprodução do Flickr Ilyas Ansari -
Hijab – O hijab é o tipo mais conhecido, sendo usado por milhões de mulheres muçulmanas ao redor do mundo. Trata-se de um lenço que cobre o cabelo, o pescoço e, em alguns casos, os ombros. Foto: Hijabis4ever /Wikimedia Commons -
Essa vestimenta deixa o rosto totalmente visível, permitindo fácil identificação da pessoa. É comum em países como Egito, Turquia e Indonésia, onde pode ser adotado tanto por tradição quanto por escolha individual. Foto: Yasin Bulbul /Wikimedia Commons -
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Niqab – O niqab cobre o rosto inteiro, permitindo apenas que os olhos fiquem à mostra. É bastante associado a práticas mais conservadoras em países como Arábia Saudita e Iêmen. Foto: Bernard Gagnon/Wikimedia Commons -
Muitas mulheres que usam o niqab afirmam que ele simboliza devoção e obediência às regras religiosas. Para outras, porém, é visto como um símbolo de repressão, já que reduz a visibilidade e a interação social. Foto: Steve Evans/Wikimedia Commons -
Chador – No Irã, a peça tradicional é o chador, um grande manto semicircular que cobre o corpo inteiro. Ele é geralmente usado em público, acompanhado de um lenço por baixo para garantir cobertura total. Foto: Hannah Al-aydrus - wikimedia commons -
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O chador costuma ser preto, mas pode aparecer em outras cores em ambientes mais privados. É associado fortemente à Revolução Islâmica de 1979, que reforçou sua obrigatoriedade em espaços públicos. Foto: Reprodução do Flickr chador lover -
Burca – A burca é considerada a vestimenta mais rígida entre todas as opções. Cobre totalmente o corpo, incluindo o rosto e os olhos, que ficam protegidos por uma tela de tecido. Foto: Jan Chipchase/Wikimedia Commons -
É bastante utilizada no Afeganistão, especialmente sob regimes talibãs, que impõem sua obrigatoriedade. A burca simboliza tanto a tradição quanto a imposição política em contextos de extremo conservadorismo. Foto: Jan Chipchase/Wikimedia Commons -
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O hijab, por ser o mais flexível, é aceito até mesmo em ambientes cosmopolitas. Muitas mulheres conciliam o lenço com roupas modernas, criando um estilo que une moda e tradição religiosa. Foto: Imagem Pixabay -
Em algumas regiões, o uso do hijab é incentivado pela família, mas a decisão final cabe à mulher. Essa liberdade contrasta fortemente com países em que há punições para quem descumpre as normas de vestimenta. Foto: Imagem Freepik -
Cada uma dessas vestimentas carrega significados múltiplos que variam entre devoção, identidade e imposição. O que para umas é símbolo de fé, para outras pode representar limitação e desigualdade. Foto: Marcello Casal Jr/ABr. -
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Essas roupas continuam sendo tema de discussão global, ligando religião, cultura, política e direitos humanos. Entender cada uma delas ajuda a compreender a complexidade das sociedades muçulmanas e seus desafios contemporâneos. Foto: Imagem Pixabay