Celebridades e TV
Quem foi Agnes Moorehead? A inesquecível Endora de “A Feiticeira”
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Nascida em 6 de dezembro de 1900, em Clinton, Estados Unidos, embora mais tarde tenha alegado ter nascido em 1906. Agnes Moorehead se formou no Muskingum University e fez o mestrado em inglês e oratória na Universidade de Wisconsin. Depois disso, se mudou para Nova York, onde estudou na Academia Americana de Artes Dramáticas e atuou em montagens da Broadway e em programas de rádio. Na época, participou de milhares de programas e, por isso, foi uma das artistas mais ativas do rádio. Foto: Domínio Público -
Em uma dessas apresentações, conheceu Orson Welles, e ingressou na companhia radiofônica dele “The Mercury Theatre on the Air”, em 1938. Depois, quando ele levou a companhia para Hollywood, ela teve a chance de atuar em filmes. Sua estreia no cinema foi no aclamado “Cidadão Kane” em 1941 como Mary Kane, a mãe do personagem de Welles. Foto: Divulgação -
Em Hollywood, Agnes interpretou poucos papéis principais em filmes e séries, mas, mesmo assim, conseguiu ser destaque e conquistou um Emmy Awards e dois Globo de Ouros, além de ter sido indicada quatro vezes ao Oscar na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante e mais seis vezes ao Emmy. Foto: Wikimedia Commons / Los Angeles Times -
O papel mais recordado de Agnes foi na famosa série “A Feiticeira” como a majestosa e escandalosa Endora, mãe de Samantha, a personagem principal da série, interpretada por Elizabeth Montgomery. A sitcom de sucesso, exibida entre 1964 e 1972, acompanhava a vida de Samantha, que conseguia fazer mágicas com uma simples torcida de nariz. Foto: Divulgação -
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Agnes Moorehead morreu em 30 de abril de 1974, aos 73 anos, vítima de câncer no útero. Muitos acreditam que a doença foi causada pela exposição à radiação durante as filmagens de “Sangue de Bárbaros”, gravado em St. George, próximo a uma região onde os Estados Unidos realizaram testes nucleares em 1953, três anos antes do lançamento do filme. Outros nomes do elenco, como John Wayne, Susan Hayward e Pedro Armendáriz, também desenvolveram câncer. Dos 220 envolvidos na produção, 91 tiveram a doença Foto: Domínio Público