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Fruta nativa da Mata Atlântica: cientistas investigam efeitos da guabiroba no controle glicêmico e no colesterol
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Em testes laboratoriais feitos com cães que envolveram a produção de biscoitos com extratos do fruto e das folhas da guabiroba, foi observada uma melhora significativa no controle das taxas de açúcar e a redução dos níveis de colesterol total. Tais evidências reforçam o papel da biodiversidade da Mata Atlântica na promoção da saúde metabólica, embora a aplicação em humanos ainda demande estudos mais aprofundados. Foto: Flickr dardaoow -
Apesar do potencial, a fruta ainda ocupa um espaço limitado na alimentação cotidiana. Segundo a nutricionista Ana Paula Dorta de Freitas, do Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia Iris Rezende Machado (HMAP), “a guabiroba é uma espécie ainda pouco explorada, seja para a alimentação no dia a dia, seja para o desenvolvimento de alimentos funcionais”. Foto: Autor Desconhecido/Wikimedia Commons -
Além dos fenólicos, análises da Embrapa Florestas indicam que a fruta é rica em vitamina C, importante para a imunidade, além de conter minerais como o potássio e carotenoides responsáveis por sua coloração amarela e por propriedades antioxidantes adicionais. Foto: Panoramio - joao batista Shimoto -
Existem variações da guabiroba. A espécie chamada de Campomanesia xanthocarpa é encontrada principalmente nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, enquanto a Campomanesia adamantium, conhecida como guavira, aparece com frequência no Cerrado, em plantas de menor porte. Foto: Wikimedia Commons/Jefferson Gomes Lima -
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Ambas produzem frutos doces e versáteis, consumidos ao natural ou utilizados em receitas que vão de geleias e sucos a molhos para pratos salgados. Já a Syagrus oleracea, apesar do nome semelhante, pertence a outra categoria: trata-se de uma palmeira que fornece palmito e ingredientes usados em preparações tradicionais. Foto: Reprodução