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Bolinhas de gude: origem, tradições e formas de jogar
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A origem da bolinha de gude é muito antiga e remonta a cerca de 3000 a.C. Achados arqueológicos mostram que esse tipo de objeto já existia no Egito, no Paquistão e na ilha de Creta. Em uma tumba egípcia, por exemplo, foram encontradas bolinhas que pertenciam a uma criança. Da mesma forma, civilizações antigas do Vale do Indo também utilizavam objetos semelhantes. Foto: Wikimedia Commons / John Rusk -
Com o passar do tempo, diferentes povos passaram a adaptar a brincadeira. Na Grécia e em Roma antigas, crianças brincavam com bolinhas feitas de diversos materiais, como madeira, argila e até sementes e nozes. Em Roma, o jogo era conhecido como “jogo com nozes”. Além disso, acredita-se que os romanos ajudaram a espalhar essa prática pelo mundo, o que explica sua popularidade em tantos países atualmente. Foto: Wikimedia Commons / Minnesota Historical Society -
As formas de se jogar bolinha de gude são bastante variadas, mas todas envolvem o uso do polegar para dar um peteleco na bolinha. O objetivo pode ser acertar outras bolinhas, colocá-las dentro de um buraco ou retirá-las de um espaço marcado no chão. Em geral, as partidas acontecem ao ar livre, em terrenos de terra ou superfícies firmes. Foto: Wikimedia Commons / UnparalleledImagination -
Cada variação ou modalidade do jogo possui regras próprias. Aliás, em cada partida, as regras podem ser diferentes, o que torna a brincadeira ainda mais interessante. Além disso, muitas regras determinam que o jogador vencedor fique com as bolinhas conquistadas durante o jogo. Foto: Wikimedia Commons / Abhisek Sarda -
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Também há muitos tipos de bolinhas de gude, que variam em tamanho, cor e material. Algumas das mais conhecidas são a carambola, a leiteira, o burcão e a olho de gato. Além disso, existe o costume de trocar bolinhas entre amigos, o que faz parte da diversão. O valor de cada bolinha pode variar de acordo com sua raridade ou preferência dos jogadores. Foto: Wikimedia Commons / Joe Mabel