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Henry Mancini e as trilhas sonoras que marcaram a história do cinema
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Mancini nasceu em Cleveland, Ohio, e cresceu em uma cidade siderúrgica da Pensilvânia, e seu interesse pela música surgiu ao assistir seu pai se apresentar em uma banda local nos fins de semana. Na juventude, aprendeu a tocar flauta e piano. Depois, estudou orquestração com Max Adkins, do Stanley Theatre. Foto: Divulgação -
Ele frequentou o Instituto de Tecnologia Carnegie e a Juilliard School of Music. No entanto, antes de concluir seus estudos, foi convocado para o serviço militar. Durante a Segunda Guerra Mundial, fez parte da banda da Força Aérea do Exército dos Estados Unidos. Após esse período, conseguiu um emprego com a Orquestra de Glenn Miller. E foi assim que ele começou a sua carreira na música. Foto: Divulgação -
Ele foi para a Califórnia, onde passou a compor trilhas sonoras para programas de rádio. Em 1952, assumiu o cargo de compositor e arranjador na Universal Studios. A partir daí, começou a se destacar em Hollywood. Dois anos depois, recebeu sua primeira indicação ao Oscar de Melhor Trilha Sonora Original por "Música e Lágrima". Foto: Divulgação -
O ano de 1962 foi um ano para se recordar para Mancini. O compositor venceu pela primeira vez o Oscar e, para melhorar, ganhou duas estatuetas na mesma noite. Ele ganhou na categoria de Melhor Trilha Sonora Original e na categoria Melhor Canção Original com "Moon River", pelo filme "A Bonequinha de Luxo", um dos maiores clássicos do cinema estrelado por Audrey Hepburn. Foto: Divulgação -
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Ele conquistou sua terceira estatueta do prêmio mais importante do cinema em 1963 na categoria Melhor Canção Original com a música "Days of Wine and Roses", do filme "Vício Maldito". Depois de muitas outras indicações, ele ganhou o Oscar pela quarta vez em 1983, pela trilha do filme "Vítor ou Vitória?". Foto: Divulgação -
Entre suas composições mais conhecidas estão "Baby Elephant Walk", de "Hatari!", as trilhas sonoras de filmes como "A Pantera Cor-de-Rosa", "Solteiro no Paraíso", "Charada", "Canção Querido", "A Corrida do Século", "Uma Lição para Não Esquecer", "Assim É a Vida", "As Férias do Papai", entre muitas outras. Foto: Divulgação -
Mancini também compôs trilhas para séries de televisão, como é o caso do álbum "The Music from Peter Gunn" para a série "Peter Gunn". Esse foi, inclusive, seu primeiro disco a vender um milhão de cópias. O álbum conquistou o Grammy de Álbum do Ano em 1959 e se tornou o primeiro álbum a ganhar essa categoria. Em 1998, o álbum foi incluído no Grammy Hall of Fame. Foto: Divulgação -
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Mancini também se destacou como arranjador e atuou como maestro convidado de diversas orquestras de renome mundial. Ele fazia mais de 50 apresentações por ano, o que resultou em mais de 600 concertos sinfônicos. Entre as orquestras sinfônicas que regeu, estão a Orquestra Sinfônica de Londres, a Filarmônica de Israel, a Boston Pops, a Filarmônica de Los Angeles e a Orquestra Filarmônica Real. Foto: Divulgação -
Ao longo da carreira, Mancini gravou mais de 90 álbuns, com diferentes estilos musicais, que iam do big band ao jazz, passando pelo clássico e pelo pop. Desses álbuns, oito deles receberam certificação de ouro pela Recording Industry Association of America, também conhecida como RIAA. Foto: Divulgação -
Além disso, Henry Mancini escreveu os livros "Sounds and Scores – A Practical Guide to Professional Orchestration", que é considerado um clássico na área de orquestração e muito lido por estudantes e apaixonados por música, e sua autobiografia intitulada "Did They Mention The Music?". Foto: Divulgação -
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Ele trabalhava na adaptação musical para o teatro de "Vítor ou Vitória?" quando faleceu de câncer no pâncreas, em junho de 1994. No ano seguinte, a Sociedade Americana de Compositores, Autores e Editores criou um prêmio com seu nome, concedido a contribuições de destaque na música para cinema. Foto: Divulgação