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Por que a maisena é tão usada na culinária?
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Após esse processo, o material ainda passa por etapas de refinamento e secagem até chegar à forma que utilizamos na cozinha. Mas não se confunda! “Maizena”, com “z”, não é o nome do produto em si, mas sim de uma marca criada nos Estados Unidos em 1842. O nome, por sua vez, tem origem na palavra “mahiz”, que significa milho na língua taína. Foto: Divulgação -
Na culinária, a maisena é muito utilizada como espessante. Quando aquecida em líquidos, ela sofre um processo chamado de gelatinização, no qual ela absorve água e aumenta de volume, deixando, assim, aquele líquido com uma textura mais densa. Por isso, é comum em receitas como mingaus, cremes, molhos e sobremesas para dar consistência. Além disso, a maisena também pode ser usada para dar leveza a massas, como bolos e biscoitos. Daí é que surge o biscoito de maisena. Foto: Divulgação -
Na indústria, esse tipo de amido é chamado de “resistente”, porque não é digerido no intestino delgado e vai direto para o intestino grosso, onde serve de alimento para as bactérias da microbiota intestinal. Esse processo pode trazer benefícios para a saúde e o bem-estar, já que durante a fermentação feita por essas bactérias, são liberados ácidos graxos que possuem ação anti-inflamatória e potencial efeito protetor para o organismo. Foto: Imagem gerada por I.A -
Como o amido pode substituir a farinha de trigo em algumas receitas, isso pode ajudar a reduzir a quantidade de açúcar que chega ao sangue. Outro ponto importante é que ele pode auxiliar no controle de peso, já que é menos calórico que a farinha de trigo e ajuda a aumentar a sensação de saciedade, o que pode influenciar na quantidade de comida ingerida. Foto: Imagem gerada por I.A -
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Embora o principal uso da maisena seja na culinária, ela também pode ser aplicada em outras situações do dia a dia, como remover manchas de gordura de roupas e engomar roupas. Além disso, no passado, teve grande importância na indústria têxtil. Na Inglaterra, por exemplo, era utilizada para engomar roupas, já que, ao misturar o pó de milho com água, formava-se uma espécie de goma capaz de dar firmeza aos tecidos. Foto: Imagem gerada por I.A