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Sem olhos e dedos: pesquisadores tentam descobrir por que metade dos sapos de Fernando de Noronha estão deformados
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A pesquisa, conduzida com apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), analisa cerca de 250 animais e busca entender se as alterações físicas estão relacionadas à contaminação por metais no ambiente. Foto: Felipe Toledo/Acevo pessoal -
Introduzida há mais de 100 anos para controlar pragas, a espécie não cumpriu essa função e ainda pode ameaçar animais endêmicos da ilha, como a mabuya e caranguejos locais. Foto: Felipe Toledo/Acevo pessoal -
Entre as possíveis hipóteses consideradas pelos pesquisadores para as deformidades estão a alimentação dos animais, possíveis danos a órgãos internos e a presença de metais pesados na água, sedimentos e no sangue dos sapos. Foto: Felipe Toledo/Acevo pessoal -
Além disso, os cientistas pretendem comparar os dados da ilha com registros do Caribe e verificar diferenças entre sapos saudáveis e deformados. Os resultados podem levar cerca de seis meses e serão apresentados ao ICMBio. Foto: Divulgac?a?o/Camila Moser e De?bora Augusti/ICMBio -