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Cientistas desenvolvem bateria de longa duração que pode chegar a 5 mil anos
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Essa tecnologia pode trazer avanços em setores que dependem de fontes de energia estáveis e de longo prazo, como dispositivos médicos, exploração espacial e monitoramento remoto, embora ainda tenha aplicações limitadas. Foto: Freepik/wavebreakmedia_micro -
Baseada no decaimento radioativo do carbono-14, um isótopo usado na datação de materiais arqueológicos, a bateria é capaz de gerar energia de forma contínua e duradoura. Foto: danilo.alvesd/Unsplash -
O material radioativo é encapsulado em diamante sintético, um dos materiais mais resistentes conhecidos, o que ajuda a conter a radiação e torna a tecnologia potencialmente segura quando bem projetada e utilizada. Foto: zombie cygig/Pixabay -
Além disso, o diamante atua como material semicondutor, permitindo converter a radiação em eletricidade e viabilizando o funcionamento do sistema. Foto: Giuliofranzinetti/wikimedia commons -
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Essa tecnologia representa um avanço em fontes de energia de longa duração, pois pode gerar eletricidade continuamente por milhares de anos, sem necessidade de recarga, embora com potência limitada e voltada a usos específicos. Foto: Igor Omilaev/Unsplash -
No setor aeroespacial, a tecnologia poderia alimentar sensores e equipamentos de baixa potência em sondas e satélites por longos períodos, contribuindo para missões de longa duração sem necessidade de manutenção. Foto: Imagem Freepik -
Ela também pode ser útil em locais remotos, como estações submarinas ou áreas inóspitas, alimentando dispositivos de baixo consumo por longos períodos, onde o acesso para manutenção é limitado. Foto: Michelle Raponi por Pixabay -
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Apesar das limitações atuais de potência, pesquisadores estudam formas de aprimorar a tecnologia, o que pode ampliar suas aplicações — embora ainda não haja garantia de aumento significativo na capacidade energética. Foto: Emilian Robert Vicol/Pixabay -
Apesar de inovadora, a tecnologia ainda apresenta limitações. Como gera energia em níveis de microwatts, não é adequada para dispositivos de alto consumo, como smartphones ou veículos elétricos. Foto: Reprodução/Freepik